04 maio 2008

Muita fama, algum proveito

Não há "bicho careto"* que convide para jantar cá em casa, que não se lembre de trazer uma garrafita de vinho. Da fama não me livro, já do proveito...
Vou continuar a convidar prazeirosamente os meus bons amigos para cá virem. Mas, na próxima jantarada, que tragam a comida, do vinho trato eu.
Desta vez trouxeram Lapadas**. O nome não me augurava nada de bom, uma lapada*** na minha terra, não é coisa boa para se oferecer a ninguém.
Não colocaria esta bebida na minha carta de vinhos, talvez na de refrigerantes. Seja como for, o nome, Lapadas**, percebe-se bem, depois de o beber. É de tombar, depois de uma lapada*** destas.



*("bicho careto" - expressão transmontana, aqui, significa qualquer um...
"Os Caretos, representam imagens diabólicas e misteriosas que todos os anos desde épocas que se perdem no tempo, saem à rua nas festividades carnavalescas de Podence – Macedo de Cavaleiros".)

**(Lapadas - Vinho frisante ou gaseificado de Santa Marta de Penaguião das Caves Santa Marta, instaladas na Região Demarcada do Douro.)

***(lapada - em bom transmontano significa dar ou levar uma pedrada, ou uma bofetada, um pontapé...)

01 maio 2008

Maio, verde Maio ou é... Maio, maduro Maio

Alguma vez vos disse que, gosto muito do mês de Maio?
Não!
GOSTO MUITO DO MÊS DE MAIO. Catano!

12 + 12

Há dias (noites) em que não me apetece dormir.
Não são insónias.
Só não me apetece dormir.
Parece-me desperdício de tempo.
Ficava acordada, sempre. A bulir.

28 abril 2008

Misturas saudáveis

Fiz Gelly Já (gelatina) de frutos dos bosques.
Passadas 3 horas está pronto, a comer.
Faço um chá de frutos silvestres.
Como a gelatina.
Bebo o chá.
A gelatina sabe a xarope.
O chá sabe a aspirina c.
É desta que me curo.

27 abril 2008

Silence Treatmente

Hoje.
Porque os piores defeitos podem dar jeito.
O melhor presente que posso dar (hoje) é o meu silêncio.

27 Abril de 2001


O meu tempo não perde memória.
O meu tempo sabe as datas, só as datas, sem a noção do "se foi ontem" ou "se foi há anos".
O meu tempo lembra-se bem do "Café Aranha", passou a chamar-lhe assim, só porque tem caixilhos de madeira que, ainda hoje, parecem uma teia de aranha.
O meu tempo chegou a saber o nome, mas não interessava para nada, era o "Café Aranha" em Leça da Palmeira.
Gostava muito de lá ir, pelos peixes que fixavam a boca ao vidro do aquário, pela lareira no Inverno, pelo ambiente, pela companhia de sempre. Pelo "lugar marcado".
O meu tempo vai lá voltar. Num outro dia 27 de Abril. De um ano qualquer.

23 abril 2008

Temos homem!



"E VOCÊ QUANTOS PARCEIROS JÁ TEVE?
Em média, os portugueses têm relações sexuais com sete parceiros ao longo da vida. Mas todos mentem quando lhes perguntam com quantas pessoas já dormiram: as mulheres reduzem para um terço e os homens aumentam para o dobro.
"


Coragem vá, confessem lá!

19 abril 2008

Non sense...(8º)

Vamos para norte do Rio Cavado e levamos comida para três semanas. Só voltamos para as cegadas e para as festas da Nossa Senhora da Veiga.

18 abril 2008

Melros brancos e pessoas honestas

Tenho cá por minha ideia que, lido com dois tipos de pessoas ditas frontais.
Destas que dizem, que dizem tudo o que querem com frontalidade.
Ora desta gente que apregoa aos sete ventos que são frontais, divido-as em duas categorias:
As frontais honestas, as que dizem sem imposição e na maior parte das vezes com razão;
As frontais pela agressividade, dizem o que querem, a quem querem, e normalmente nem pensam no que dizem, querem impor. Levantam quase sempre o tom de voz, mesmo que alguém esteja a falar. Parecem ter um problema no aparelho auditivo que as impede de ouvir os outros enquanto decorre o acto de frontalidade.
Esta segunda espécie está em franca propagação.

16 abril 2008

O filme de todos os dias

Personagens: eu e o tipo do Mercedes;
Cenário: garagem:
Enredo: O meu carrinho e as minhas manobras; o carrão do vizinho e o dono que estaciona a metro e meio da parede; uma das colunas da garagem que poderia estar mais para a direita; pouco espaço, muitas manobras.
Antevejo o final: o meu carro, o carro do vizinho ou a coluna não permanecerão muito tempo na sua forma original.

15 abril 2008

Sol de trevoada

Raios me partissem todinha, se fizesse aquilo que sentia e não fiz, e não estaria aqui para contar história.
Fazer o que fiz, centenas de vezes, porque não fui capaz de me conter.
Ter dito mais do que disse e não ter falado tanto.
Ter ficado em vez de ter ido.
Ter vivido em ver de assistir.
Ter morto em vez de ferir.

Raios me partam todinha, se não faço aquilo que quero e posso, e não ficarei para contar mais nenhuma história.
Agora menos curiosa, chamemos-lhe curiosidade que é um sentimento infinitamente menor, deixo de querer saber. Faz-me bem não querer saber. Faz-me bem e faz-me melhor, não saber de todo.
Olho para o meu nariz, conto novamente as minhas sardas e reconcilio-me com elas, de vez.

12 abril 2008

Coragem é de grandes homens e mulheres do mesmo tamanho

Bloqueaste o reflexo dos nossos rostos.
Para impedir que eu visse a vergonha estampada no teu.
Para não veres a desilusão tatuada no meu.

09 abril 2008

Tirar o cotão do umbigo

Parece-me a mim que, enquanto espiamos o que se passa na vida dos outros, não cuidamos da nossa.
É só uma impressão minha.

E não digas que vais daqui

A "botar" conversa fora e dar-te os PARABÉNS pela fresca.

06 abril 2008

My dresse code

Tinha o convite há semanas, festa em casa do S. Ontem.
Fui ameaçada caso faltasse. Recebi vária sms para não me esquecer e blá, blá, blá.
Não perco muito tempo a pensar no que vestir. Mas estive indecisa entre o vestido verde, mas fresco demais e não sou menina para grandes sacrifícios a favor da vestimenta, ou a simplicidade de uns jeans e a minha querida mini gabardina amarela (tenho que estar de pazes feitas comigo, para vestir esta peça). Opto pela segunda hipótese.
Entro em casa do S., sou saudada por sorrisos e algum alarido, ouvi qualquer coisa que me fez soar um alarmezito, mas a festa seguiu. Não demorei muito tempo a perceber o que estava “errado com os outros".
A festa tinha dress code, preto e branco. Boa! E eu cheiinha de cores.
Pus-me a observar a vestimenta do pessoal. Pensei cá com os meus botões (amarelos), «ainda bem que me esqueci deste pormenor do dress code, detestaria ter vindo de preto e branco».
Raras vezes de preto, poucas com branco, nunca preto e branco. Sou de cores.
Nunca fui ausência de cor, nunca fui a junção de todas as cores. Gosto de ser cada uma das cores.


Só praticamente no fim da festa é que se tocou no assunto. Acharam ter sido pura rebeldia. Não foi. E só não disse que acho ridículo o dresse code porque havia muita fêmea presente que, pelo aparato, estiveram horas para se vestir.

Terapia pura

Aqui, a menina MC comprou uma mini estante no Ikea. Como é sabido, vem tudo em pecinhas para montar em casa. A MC, tem a mania que é capaz de fazer tudo sozinha. Coloca um tapete no chão, senta-se e desembrulha a mini estante. 30 pecinhas no total. Ainda ponderou e ficou por instantes a olhar.
Depois, a mania veio a si e lá deitou mãos à obra.
Uma hora e qualquer coisa depois, entre preguinhos, parafusos e as mãos a doer da força aplicada na chave de fendas, a obra estava perfeita.
Este momento de pura bricolage, surtiu um efeito extremamente terapêutico na MC.

No dia que me cansar de fazer o que faço hoje, vou para carpinteira.

03 abril 2008

Post parvo

Devo ser a única bloguer com e-mail IOL (parece um LOL, e sim é para rir);

Não vejo bem com óculos de sol, e depois dizem que sou antipática porque não cumprimento as pessoas, catano! Eu nem as vejo;

Hoje, na Mealhada, entrei num restaurante e pedi uma omelete. Um grupinho de "jovens machos" da mesa ao lado, gracejou «os leitões não põem ovos». Pois, não deve haver muita gente de fora, a querer outra coisa qualquer que não, o belo do leitão da Mealhada;

Pela quinquagésima vez, tento fazer arroz doce e não sai bem, para dizer a verdade, nem dá para comer;

O construtor do meu prédio é um homem lindíssimo. A puxar bem, até pode ter idade para ser meu pai. Sei lá, sempre tive esta queda para homens com aspecto madurinho.

Um post parvo, de um dia parvo.

02 abril 2008

"Mulher perfeita para mim"

Sendo um blog de homem e escancaradamente "futeboleiro", desconfiei do título:"...e é só assim que a quero...a minha Mulher Perfeita, não é perfeita... se algum dia encontrar a minha Mulher Perfeita, é porque tem defeitos, os defeitos que eu preciso que ela tenha, os defeitos que vou achar deliciosos, os defeitos que a fazem Perfeita para mim...".

E é com poucas palavras que se diz muito, são assim, Perfeitas as criaturas que acabamos por AMAR.

Cumprimentos ao Pedro

"Nunca amei nenhuma mulher ao primeiro olhar"

Concordo com tudo, do princípio ao fim. Com a excepção de que, eu é mais homens (nunca amei nenhuma mulher, nem ao primeiro nem ao segundo olhar).

Eu até já o
ameacei, mas continua a escrever coisas destas.

"se o amor irrompe põe-se termo à amizade, se o amor finda, em igual medida, se termina uma amizade."

AMAR. E não, formas de amor. Este título já é meu, para justificar o que escrevo, menos à bruta.
Concordo se estivermos a falar disto:
Perde-se o amigo quando se começa a AMAR, sozinho e não silenciosamente.
Ou
Se continua a AMAR, sozinho e aqui, até poderá ser silenciosamente.
Não, não há lugar para amizade. Porque em nenhuma das situações vamos querer sucedâneos do AMAR, ou simples manifestações de amor, como a amizade.

Na linguagem dos afectos (de alguns) a missão da escrita é mais penosa, mas não me coíbo de escrever:
Amei com tudo o que tinha para amar.
Amei até não caberes em ti.
Eras o meu melhor amigo.
Eras o meu melhor amante.
Desrespeitaste os dois.
Fico com saudades do primeiro.
Só perdoo o segundo.


(A esclarecer: Este post é apenas um comentário, a minha interpretação ao texto d´Ele. Acrescido de mais qualquer coisa, não tendo, o que aqui escrevo, rigorosamente nada a ver com o autor do blog "Gostar à Bruta")

Cumprimentos ao Ele

01 abril 2008

Agora é, vício e mania

O café.
Sou cafeínodependente.
Hoje descobri a Gamm Vert, loja que comercializa plantas e animais.
O que é que isto tem a ver?
Tem um espaço gourmet, biológico. Depois de dar de caras com umas estantes cheias de compotas, especiarias, cafés, vinhos, cogumelos....já não vi mais nada.
Trouxe dois frascos de café aromático. Café com avelâ e café com caramelo.
Está aqui, ao meu lado, uma chávena de café acabadinha de fazer.
O cheiro invadiu a casa. Fabuloso.

31 março 2008

Não é vício, é mania


Vou dar um pequeno grande jantar, lá para sexta-feira.
E qual foi a primeira compra que a MC fez?
Vinho.
Já avisei os convidados para não se atreverem a trazer-me vinho, desta vez.
Apetece-me muito este: Syrah 2004, da Casa Ermelinda Freitas.
Devo dizer apetece-me, mas a compra foi outra. Depois deste vinho ser premiado, para além de já não se encontrar com a mesma facilidade, o preço é a doer. E não gosto de comprar só uma garrafita.
Comprei um Syrah australiano, recomendado pela menina do El Corte Inglês, que afinal é uma engª agrónoma. Desconfio que ela percebeu exactamente o que eu queria. Mereceu crédito. A confirmar, lá para sexta.

30 março 2008

Venham elas


Tenho dois tipos de rugas, as da mágoa e as da felicidade.
As primeiras, alugaram um pequeno apartamento entre as minhas sobrancelhas. Como não pagam renda, estão sujeitas a serem despejadas a qualquer hora.
As segundas, compraram uma vivenda, da testa até ao queixo, como estão em mudanças, vão habitando aos poucos pequenos pedaços do rosto. Quero ter muitas destas. Vou deixá-las espalharem-se por todo o lado e fazerem grandes festas com os amigos.

29 março 2008

Confirma-se

Há pessoas que, dizem que gostavam de voltar atrás sabendo o que sabem hoje.
Eu só poderia voltar atrás se, não soubesse rigorosamente nada do que sei hoje. Tão pouco desconfiar.
(Isto de uma mulher ser desconfiada é como um diabo de saias).
No desconhecimento é-se mais feliz.

É capaz de ser mesmo verdade

Em criança, não tive varicela, nem sarampo, nem papeira, tão pouco apanhei piolhos.
O meu pai dizia que era ruindade “És tão ruim que nem doença nem piolho pára aí”.
Três décadas depois e ainda não apanhei nada disto.
Dizem que os pais têm sempre razão.
Terei que me manter fiel a mim.
Até porque qualquer descuido posso apanhar varicela ou piolho.

Verdade

Vou arrepiar caminho.
A verdadeira ligação dos últimos três posts.
Tenho mau feitio. E nem é por defeito.
É como quem nasce com um sinal na testa.

Efeito espiral


Efeito Espiral, não me parece haver definição, mas também não me parece ter sido eu a inventar.
Este, faz uma pequena ponte entre os dois últimos posts.

Efeito Espiral: Começa tudo num pequeno ponto, um pequeno priproquo com alguém, algo que nos desagrada muito.
Tal como a espiral, o problema, vai crescendo em forma circular, anda ali à volta, vai ficando cada vez maior, o ponto centrífugo é sempre o mesmo, afasta-se cada vez mais do ponto inicial e Não Tem Retorno.

Se o efeito borboleta é para acções e acontecimentos, o efeito espiral é exclusivo a pessoas e comportamentos.

28 março 2008

Efeito borboleta

Sabes que, no instante imediatamente depois de teres feito algo, sentes que não haverá forma de voltar atrás. Já se perdeu. Já começou a morrer. Já se ganhou. Já nasceu. Bates uma asa e a outra responde. Já foste. Já deixaste. Já viraste costas. Vai passar-se tudo nas tuas costas, e quando estiver gigantesco atinge-te de frente.

(Efeito borboleta é um termo que se refere às condições iniciais dentro da teoria do caos. Este efeito foi analisado pela primeira vez em 1963 por Edward Lorenz. Segundo a teoria apresentada, o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo).

27 março 2008

Da minha doçura


Há dias que, não conseguimos dar nada de bom a ninguém. Nem a nós.

23 março 2008

TDM

À vinda passei pela tua terra. Lá, respirei fundo. Inspirei todo o ar que podia. Quando estiver contigo, a jeito de desculpa, beijo-te na boca e expiro todo este ar, digo que é para matares saudades da tua terra.

21 março 2008

Moral idiota

Ontem gamaram metade das antenas dos carros da empresa, de uma assentada só. Aparentemente fui a única a demonstrar pouca preocupação.
O chefe sempre disse, «tratem os carros como se fossem vossos».
Exacto, não me aborrece ficar sem antena.
Depois, vieram as conversas sobre quem ia comprar e quem ia roubar antenas a outros.
O melhor discurso, veio mesmo da I. que se fartou de dizer que jamais roubaria a outro… que ficaria com peso de consciência. Achei o discurso inflamado demais, provoquei, disse «na primeira oportunidade roubo uma…». A moça quase que me excomungava.
Hoje, metade dos colegas já tinham antenas (e não foram compradas), incluindo a I.
Ah! Valente!

O melhor disto é que o meu rádio funciona sem antena, na perfeição.

20 março 2008

Com (pressão)

Pressão para acordar;
Pressão para trabalhar;
Pressão para chegar a horas;
Pressão para sair e deixar tudo em ordem, Lá;
Pressão para não me esquecer de nada;
Pressão para vir para AQUI;
Pressão para dormir;
Pressão para acordar.

Estou a precisar de 48 horas non stop (se é que faz algum sentido) em silêncio absoluto, não ouvir ninguém nem falar, tão pouco para mim. 48 horas de suicídio social.

15 março 2008

E a música pá?!!!!!!

Ouvi e li muito sobre o filme Into the Wild, sempre bem. Do filme. Sim é muito bom.
Valha-vos Cristo!
E a música?!
Logo que o filme começa, somos brindados por Eddie Vedder.
"The wild voice" in Into The Wild.

Brutal. A música. A voz. As letras.







14 março 2008

Sortido Fino

Não acompanho as novelas da TV, mas leio blogues.
É basicamente a mesma coisa.

12 março 2008

Elas ficaram um bocadinho incomodadas com o comentário, mas depois eu expliquei que era só por dentro.

E se um homem espalhar gel nas vossas maminhas, depois apalpar, amassar e no fim disser, com ar de perfeito conhecedor na matéria: «...huuumm... nada de especial», e nós ficamos contentes, isso é?
O resultado de uma ecografia mamária.

11 março 2008

Muito meu


Nunca te tratei por tu. De respeito e admiração incomensurável.
Se estivesse perto de ti, era eu que te abraçava. Mas nunca sou eu, és sempre tu.
Nenhum abraço será tão cheio de tudo como o teu. Um abraço que me encontra comigo na chegada. Que trago comigo na despedida.
Nenhum homem o poderá ser como Tu.
O Homem que vai ser sempre meu, comemora hoje mais um aniversário.
Parabéns. Pai. Muito meu. Pai.

10 março 2008

Vou achar um piadão quando começarem a descontar os cheques

Lembrei-me da conversa sobre os novos brinquedos, dos meninos de sempre. Sorri.
Vamos crescendo, mantendo a mesma vontade de sonhar e brincar. Sonhos mais altos, é certo. Brinquedos maiores, é certo. Os meninos de sempre.
Impressionante, se observados por outros “grandes”, como nós, enquanto brincamos, diriam «pareces uma menina a brincar com uma boneca nova». E sim, parecemos pequeninos outra vez, mas os brinquedos passam a ser outros, maiores. Xiça! Mais caros!

08 março 2008

Meu dia

Porque é que há o Dia da Mulher?
Porque homens, somos todos.
Mas só alguns usufruem do privilégio de: SER MULHER.

1000 X esta música p.f.



Ponham a tocar esta música em todas as suas versões.
Em tempos diferentes.
Em volumes diferentes.
De uma forma ensurdecedora.
Não se sobreporá à voz do que penso e sinto hoje.
E quando me calar, fico a ouvi-la, mil vezes até ela se calar.

06 março 2008

TPC

O Senhor da loja de electrodomésticos diz sabiamente que, a placa de indução consome metade da energia, que aquece primeiro o que está dentro dos tachos, que é extremamente fácil limpar (isto é música para os meus ouvidos), mas só funciona com a acção magnética dos tachos.
Não percebo quase nada de materiais ferrosos.
Munida de íman na mão, encostei-o a todos os cus disponíveis cá de casa para confirmar o dito poder magnético.
Das duas uma:
Compro uma placa normal, que até custa metade do preço e todos os tachos servirão;
Compro a famigerada placa de indução, dou uma pipa de massa e tenho que comprar um trem de cozinha especial de corrida.
Dito assim, a escolha nem me parece nada difícil.

05 março 2008

Which is your word?


(Wordscollection by Revert)


Ando a escolher trapos. Desta vez não são para eu vestir.
Achei estes muito interessantes.

Gente a mais

Há pessoas que não nos ouvem.
Há aqueles que não nos percebem.
Há outros que não nos entendem.

03 março 2008

Merecido

Dizem que, "Deus fecha uma porta mas abre uma janela".
Nunca fui muito crente neste Senhor.
Depois de uma porta fechada, só pode haver outra porta, desta vez, escancarada.

27 fevereiro 2008

Se estiveres contente bate palmas

Há alturas em que se fazem planos.
Há momentos em que lhe damos vida.
Há dias pequeninos, para tanto.
Há dias cheios de coisas pequenas, muitas, boas.
Grandes dias.

25 fevereiro 2008

g-a-j-a-s p-u-t-a-s

Há gajas tão putas.
As putas das gajas que querem o que é nosso.
Só por brincadeira. Só porque não sabem o que fazem. Só para não perderem, não para ganhar. Querem o que é nosso, só porque é nosso.
Putas. Nunca perderei nada que seja meu. Disputo nesta puta de vida. Nunca com as putas da vida.
Putas que riem como hienas e trabalham como cigarras. Putas.
Hoje tropecei numa dessas, puta das grandes. Ela dirigiu-me uma espécie de sorriso. Eu não mexi um único músculo do meu corpo. As pupilas dos meus olhos chamaram-lhe puta cem vezes, a soletrar, sem pestanejar.

(O corrector ortográfico não identifica puta, nem no singular nem no plural. Claro, não fosse o corrector ortográfico do género masculino).

24 fevereiro 2008

Uma tarde fora do sofá



Fechem p.f.
Coloquem a morada da casa nova nesta caixa.
Não necessita de indicação "frágil".
Digam ao transportador para colocar no meio da sala.
Abram a caixa quando estiverem lá todos os meus traste.

23 fevereiro 2008

Uma boa tarde de sofá



Vi isto hoje.
A atitude desta criatura faz deste concerto algo para se ver e ouvir muitas vezes.
É música e cumplicidade.
E humor.
É uma menina.
É brutal.

20 fevereiro 2008

Bifes clonados

A mana apresenta-me ao M.
Mana «Conheces a minha mana piquena?»
M. «Tua irmã?! Ela é tua irmã?!»
...
(Ora olha para mim, ora olha para a minha irmã)
...
M.«...não têm nada a ver!!!»
...
Olha e volta a olhar... e algum tempo depois.
...
M.« Espera! Afinal são iguaizinhas, só mudam as cores!»
A mais nova é uma versão policromática da mais velha.

19 fevereiro 2008

Pior a emenda que o soneto

Ando, desde Sábado, aqui, com uma dor na zona lombar do lado direito. Depois de muitos diagnósticos, sim, porque dentro de cada um de nós há um médico/orçamentista, sentenciaram-me (os mais próximos) uma grave infecção no rim direito. Passei estes 3 dias a imaginar o meu rim atrofiado e disforme num qualquer balde de restos, dum qualquer hospital, depois de extraído.
Hoje fui ao médico, médica no meu caso. «É a sua coluna», diz ela sapientemente.
Desta vez não prescreveu vitaminas (típico dela), mas sim e pasmem-se, 7 belas folhinhas cheias de cruzinhas, para TACs, RXs, ecografias e análises, no total de 21. «Aproveitamos e fazemos um check-up total» diz ela, entre outras considerações, despede-se com, «aproveita e marca também com a tua ginecologista...» Ai! Porra! Não te falta escarafunchar mais nada pois não? Pensei eu. Sorri em jeito de resposta. Pus-me a andar, as dores vieram comigo.

17 fevereiro 2008

Só não é sozinha

No texto anterior escrevo a palavra "só", devo corrigir para sozinha. O estar só não é a mesma coisa que estar sozinha. Estar sozinha, que neste caso é agir sozinha, pode ser uma consequência, condicionante ou opção.
Mas não estou só, existe a família e os amigos, apesar de longe, não me fazem sentir só.

16 fevereiro 2008

Do medo que nos tolhe



Há pequenas, grandes, fases da vida em que não resta nada senão pular, em frente.
Este é um dos casos, onde a minha máxima capacidade vai coincidir com a minha máxima fragilidade.
Assumo, confesso, tenho a mania, o vício, o defeito, o feitio de fazer e agir, só. Sem prévias considerações de terceiros. Tornou-se um hábito. Demasiado meu. Já sou demasiado eu.
E sim, é do medo que me tolhe, o mesmo que me move.

15 fevereiro 2008

Simplesmente

Não poderia ser outra coisa que não, o meu género, o feminino.
O ser mulher.
Mulher única.
Somos todas.
Eu gosto muito de ser mulher.
Gosto desta condição.
Gosto do nosso mundo.
Cheio de segredos e secretas vontades, de manhas e manias.
E de privilégios únicos, destes cheios de poder, deste que usufruímos todos os dias.
Dias cheios de ritos e rituais, tão nossos.
Só nossos.
Nossas, as malas e saquinhos, caixas e livrinhos, cheios de vida nossa.
E da história pequenina que escrevemos uns com os outros, também há os homens.
Ah! Criatura magnífica.
Gosto de ser mulher.
Gosto de gostar de o ser.
Incontornável é, o gostar de gostar de homens.

14 fevereiro 2008

Phantom of the day



All I Ask of You - The Phantom of the Opera

13 fevereiro 2008

Opinosa

Tenho cá por minha ideia, de que há homens que, na ausência de melhor para dar, compram presentes para oferecer. Assim como quem oferece, por oferecer, mas compram, estão a comprar.
Apanham, como quem não quer a coisa, os pontos fracos, o dos gostos (atente-se, podem ser pontos fortes) e toma lá, que sei que vais gostar. Oferecem livros, cds, flores, chocolates, colecções de dvd e outros mimos. Aparentemente gostam de dar e os ofertados, de receber, ficam assim comprados, endividados.
Esta, a espécie dos que estão sempre a oferecer, conquista e mantém um role de “amigos” deliciados pelo “generoso amigo”.
São tão pouco confiantes que, fazem-se acompanhar de prendinhas, porque acharão eles que a sua presença não basta para agradar e encher, como companhia. Fazem-no a homens e mulheres. Bem, no caso das mulheres incluem nas ofertas os jantares requintados, ou em restaurantes caros.
Faz-me lembrar uma frase lida algures: "Um homem tem que ter muita confiança em si próprio para levar uma mulher a um restaurante barato".

O jogo de todos os dias


Sim jogamos.
Sim jogam connosco.
Quando é limpo.
Há dia em que fazemos xeque-mate.

10 fevereiro 2008

Amanhã


Acordar como se fosse de propósito.
Viver o dia como se fosse o penúltimo.
Sorrir como única moeda.
Abraçar como se fosse uma despedida.

05 fevereiro 2008

Vinho que não é bom para beber, não é bom para cozinhar

Encher dias inteiros, dias bons, dos bons, dias felizes, dos felizes. Com pessoas iguais a estes dias. Melhor, os dias tornam-se, assim, iguais a elas, lindos, bons, felizes.

Aos meus amigos.

02 fevereiro 2008

Se, de um lado chove, do outro, cai água

A memória que não é convidada nem se atrasa.
A memória traz com ela a saudade.
A saudade não bate à porta mas entra, não pede licença e senta-se à mesa, deita-se na cama. Acorda connosco.
A memória não faz triagem só do que nos faz sorrir.
A saudade, essa, só se sente quando recordamos o que foi ou é bom.

01 fevereiro 2008

Fazer falta, é igual a saudades?

…as pessoas, como os povos, tinham duas atitudes possíveis para se aproximarem do mundo e dos outros: os que tinham o síndroma do Herman cortez e os que tinham o do Fernão Mendes Pinto. Os do Cortez, tinham medo da diferença, acreditam na sua verdade, que impunham aos outros a ferro e fogo; os de Fernão Mendes Pinto, ficavam encantados e deslumbrados com tudo o que era diferente: às mulheres, aos artistas, a tudo o que não era a «normalidade». Hoje via claramente como teria sido ridículo apregoar e impor as verdades que lhe tinham dado quando o puseram na vida e mais aquelas que ele próprio julgou descobrir. «A gente, só ao pé do diferente consegue ver o que lhe falta».


António Alçada Baptista - O Riso de Deus

31 janeiro 2008

Non sense...para muitos (7º)

Lembro-me das noites de Agosto, em cujo silêncio maravilhado, não se ouve mais do que, o ruido milenar da terra a girar no seu eixo enferrujado.

Non sense... para muitos (6º)

Quando regressas ao norte com o meu disco dos I am from Barcelona?
I saludo e hasta siempre. Somos la ostia da finka e de la noche vieja.

Lambisgóia honesta

Haja paciência, ou falta dela e termino já com este joguinho desonesto.
A lambisgóia põe-me à prova dia sim, dia sim.
Questiono-me, «que queres tu provar, e a quem?»
Não me apetece brincar a isto, a idade já não me permite este tipo de divertimento. Talvez aos 16, esse, o jogo das disputas, com meninas da mesma idade, fosse dos que mais gozo me dava. Disputar roupas, rapazes, atenções, notas… aqui aceita-se.
Hoje, com o dobro da idade, há coisas que não têm qualquer sentido disputar.
Não há aqui nada para disputar, nem em ti, nem de ti.
É um jogo, eu sei, mas acredita, não tem prémio.
Falas, falas e reclamas pelo meu silêncio.
Acho que gostas bastante de te ouvir.
Ouço, por respeito, mantenho-me calada por respeito (do que resta). E até acredito que, nem queiras saber a minha opinião, só porque, com grande probabilidade, iria discordar.
E tu não aceitas opiniões diferentes.
Somos duas mulheres diferentes. Bastava aceita-la, a diferença.
Acreditas no “Mais vale parece-lo que sê-lo”.
Eu sou pelo original “Mais vale sê-lo que parece-lo”.

E é isto sobre amizade (?)
Esperava bem mais, melhor, não esperava tão poucochinho.

29 janeiro 2008

Queria um destes III



Não nesta cor, terei que ter aqui alguma coerência....
Lava, seca e a roupinha fica como nova, sai a cheirar a Burberry e tudo.

Queria um destes II



Caríssimo e nem me importo da versão a preto e branco.
Está na lista Top10 dos electrodomésticos.

Queria um destes I



Soube hoje que, um "brinquedo" destes custa duas ou três vezes mais que um dos "normais", e dos bons.
É caro porque fala, no meu caso dirá:
«não metes mais iogurtes aqui, enquanto não comeres os que cá estão»;
«tens 4 iogurtes fora de validade, 2 com duas semanas, 2 com quatro»;
«tens cenouras a dar flor... faz uma sopinha»;
«come a porra dos iogurtes!!!».

28 janeiro 2008

M de música

Portishead dia 26 de Março, Coliseu do Porto;

Feist dia 10 de Junho, Coliseu do Porto.

Isto é um mimo para os meus ouvidos

E em Lisboa também, desculpem não fixei as datas, normalmente é um dia depois.

26 janeiro 2008

1=0

«…há lindas florestas de plátanos, amoreiras e cipreste. Acontece que, quando atingem dois ou três palmos de altura, algumas dessas árvores são cortadas para servir de poleiros; das que medem quatro ou cinco palmos, há algumas que são cortadas para fazer estacas e, das que chegam aos sete ou oito palmos, muitas são serradas para tábuas de caixões. Assim, nenhuma destas chegou ao termo natural da sua vida, nem pôde desfrutar, do alto do seu cume, a imagem do mundo para a qual tinha sido criada e, a meio do seu destino, caiu sob os golpes do machado. Este é o perigo de ser útil…»

Ichonang-Tseu

24 janeiro 2008

Caspa, miopia, estigmatismo e falta de consciência

Os primeiros três podes curar.

*********************

O que não se faz, não existe.
O que não se sabe não existe.
E o que não se fez?
E o que não se quer saber?
Também não.

(Já li pior e Paris continua lá, linda)

Vou abrir um Wine Bar (hoje apeteceu-me ter um meu)

Não é o meu trabalho mas, momentos destes, resultam dele.
A meio da tarde tive o privilégio de saborear um Vintage, no Wine Bar da Graham’s, em Vila Nova de Gaia.
È um espaço fabuloso. Este conceito de bar não está suficientemente expandido, nem divulgado, nem tão pouco cotado. É pena.
Sugeria: fechem um terço das pastelarias deste país e abram, em seu lugar, Wine Bares.
Basicamente, aqui, serve-se vinho a copo, fazem-se provas e degustações.
Tinha por companhia um cicerone de “luxo”, tive direito a uma pequena visita guiada e depois duma selecção criteriosa do vinho, a prova. Explicou-me que, o bar está equipado com um sistema que permite guardar as garrafas após a sua abertura, para que não se percam características do mesmo, através da utilização de azoto e temperaturas entre os 15º e os 17º. Entre outras explicações e considerações que mataram a minha curiosidade, fica esta porque é bem interessante.
Pena é, também, que este não esteja aberto todo o ano.
Vale a pena visitar.
Se a memória não me falha, está aberto ao público entre Maio e Outubro (porque será?).

21 janeiro 2008

Mulher prática com certo desprezo pelas boas teorias de maus praticantes

Gosto muito de homens inteligentes.
Não, não é "lugar comum".
Sou mulher para me apaixonar e amar (platónica ou fisicamente) qualquer Homem Inteligente, verdadeiramente inteligente.
Esta espécie é por natureza discreta (sem exibições da própria), traz consigo sensibilidade q.b. e maturidade, essas que tanto prezo, sem esforço.
Se deixarmos, cuida de nós. Sem pedirmos, mantém a distância.
Avalia e deixa-se medir, assim, sem meias medidas ou medidas maiores.
Pode ser um menino quando partilha connosco quatro paredes, mas é um homem fora delas. Usa a linguagem dos afectos com todo o despudor.
Gosto muito de homens inteligentes.
Não espertos, o homem esperto é outra coisa, é uma espécie de ilusionista. Não aprecio ilusionismo.

20 janeiro 2008

Poderia estar rica com isto... ou não

Poderia estar rica com isto… e provavelmente mais fútil



Esta ideia tem pelo menos 10 anos.
Deveríamos estar no 2º ano do curso, quando nos pedem para criar uma campanha publicitária dum produto já existente mas com algo inovador. A palavra de ordem era criar.
Esta foi a nossa ideia, eu e mais 4 colegas, as mesmas 5 de sempre. Uma delas descobriu isto, agora, no Yuotube. Não faço a mais pálida ideia se tem sucesso ou não, mas a ideia foi nossa (também, pelos vistos). O nome não era este.
Seja como for, deveríamos ter registado a ideia.

17 janeiro 2008

Não estivesse este friozinho e era menina para ir até ali, à Praia dos Beijinhos




The Temptress by Jack Vettriano

Problemas de formação individual

Hoje, um colega de trabalho chamou-me mal-educada.
Ora vamos lá ver: meu caro colega, o menino pede-me um favor (tudo bem), em jeito de ordem (mau), eu não gostei do tom, fiz a observação, ele repetiu e acentuou o tom (muito mau), eu respondo, «sou uma menina muito bem mandada mas, haja homem para mandar bem», lá está, «mal educada» vomitou a criatura.
Não confundam, a minha boa vontade com submissão.
Não confundam o meu mau feitio com falta de educação.
Tenho a perfeita noção que o meu feitio (o bom e o mau), vai apurando com a idade, vai refinando o senso e o sentido de oportunidade.

16 janeiro 2008

Só isto para me fazer rir, hoje

Achei tanta piada a isto... não resisti em colocar aqui. Li a pensar em pessoas que conheço de alguns dos signos, achei-lhe ainda mais piada.

A VERDADE SOBRE OS SIGNOS


CARNEIRO:É entusiasta e energético, por isso só faz é merda. Leva tudo à frente até bater com os cornos na parede. E depois chora porque é um maricas de merda.
Gostam de desporto mas têm mau perder como o caralho. A mulher Carneiro é bastante peluda na zona púbica. As crianças Carneiro são geralmente piolhosas e ranhosas.

TOURO:Calmos e tenazes, mas é só de aparência porque são invejosos e teimosos como os cornos que têm na cabeça (mas no verdadeiro sentido da palavra,porque são muitas vezes encornados por serem péssimos no sexo).
Comem que nem umas bestas e de boca aberta. As mulheres Touro são umas vacas. As crianças Touro são geralmente feias e peidam-se muito.

GÉMEOS:Falam como o caralho mas não dão uma para a caixa. Babam-se e deitam perdigotos para cima de quem falam. São uns filhos da puta que só pensam neles e nas gajas ou gajos que querem mocar...sim os gémeos papam tudo o que lhes aparece à frente, desde o padre da paróquia à velhinha com Alzheimer. A mulher Gémeos acaba geralmente em puta drogada. A criança Gémeos é manipuladora e gosta de enfiar o dedo no cu.

CARANGUEJO:São amorosos e sonhadores por isso metem nojo aos porcos. Sempre com cara de parvos são muitas vezes apanhados a masturbar-se em gabinetes de prova de roupas porque não arranjam ninguém que lhes queira tirar os 3. Vestem-se mal porque mesmo aos 40 são as mães que lhes escolhem a roupa. As mulheres Caranguejo têm mamas grandes e flácidas e usam pensos higiénicos ultra com alas (Reglex). As crianças Caranguejo cheiram mal dos pés e gostam de mexer nos seus cagalhões com um pauzinho
de fósforo.

LEÃO:Altivo e normalmente muito bonito, o que faz com que seja arrogante e petulante...mas tão petulante que só dá vontade de lhe arrebentar a tromba à chapada. Têm a mania que são bons mas são uma merda cagada porque têm muitas vezes hemorróidas o que lhes impede de fazer sexo anal(que adoram).Usam muitas vezes o cabelo estilo emigrante. As mulheres Leão são sado-masoquistas e adoram que lhes dêm palmadas no cu com uma pá das obras. A criança Leão é estúpida e tem muitas vezes diarreira.

VIRGEM:Organizado e metódico, tem a mania de guardar os preservativos usados para não esquecer de quantas já deu. É apanhado muitas vezes nas dunas a masturbar-se com revistas da Mónica e do Cebolinha. Tem pavor de sexo oral pois receia engasgar-se. A mulher Virgem tem os lábios bastante salientes e costuma rapar os pelos em forma de coração. A criança Virgem é medonha. Tem geralmente os dentes podres.

BALANÇA:Com ar simpático mas completamente desequilibrado. Tem ar de louco. Costuma falar sozinho nas esplanadas e tem tiques de bicha. Gosta de arte mas acha que a Mona Lisa é uma marca de desentupidor de sanitas...portanto é mesmo um burgesso... uma besta quadrada. Tem muitas vezes apenas um testículo. A mulher Balança é machona e costuma ter buço e pêlos nas mamas. A criança Balança tem frequentemente falta de cálcio nos ossos por isso é raquítica e mentirosa.

ESCORPIÃO:É dinâmico, mas falta-lhe ali qualquer coisinha. Geralmente falta-lhe o bom senso para perceber que não pode passar o dia a enfiar o dedo no cu e a cheirar. Costuma ter doenças venéreas porque prefere enfiar o preservativo nos pés enquanto faz sexo. É pálido e tem sempre aspecto cadavérico. A mulher Escorpião rói as unhas dos pés e assobia pela rata. A criança Escorpião aprecia geralmente o seu próprio ranho e pensa muitas que é um cão com raiva. Uiva muito.

SAGITÁRIO:Divertido, faz muitas vezes figuras tristes por se despir em público com as cuecas habitualmente cagadas e mijadas. O seu vocabulário é limitado e tem olhos de carneiro-mal-morto. É bastante peludo e tem o hábito de fazer tranças nos pintelhos. A mulher Sagitário é pavorosa e tem as axilas com bastante pelosidade. A criança Sagitário é uma aberração da natureza mas às vezes é simpática, mas não muito.

CAPRICÓRNIO:Inteligente mas tem a mania que é mais que os outros. Por esta razão é muitas vezes espancado e violado. Gosta de gritar durante o sexo e de morder as bordas do cu do/da parceiro/a. É alcoólico e costuma ter sempre a casa que mete nojo.A mulher Capricórnio tem uma peida gigante e peida-se com frequencia. A criança Capricórnio é uma cópia dos pais...bêbeda e mal-cheirosa.

AQUÁRIO:É um visionário. Mas não vê muito mais além que a ponta do seu nariz pois é muitas vezes um cegueta com óculos tipo fundo de copo 3. É um azarado de primeira e costuma pisar merda com frequência. O seu aspecto porco e sujo faz com que tenha poucos amigos. A mulher Aquário é maluca e arrota de boca aberta à mesa. A criança Aquário parece um macaquinho. Borra-se com frequência.

PEIXES:É amável... mas só quando lhe convém. É interesseiro mas sofre de consciência pesada. Devido aos nervos tem a pele escamosa a contrastar com o cabelo oleoso.Gosta de ser maltratado(a) e abusado(a). Aprecia chuva dourada e spanking. A mulher Peixes cheira a peixe e tem a paranoia de se masturbar com as unhas falhadas, mas só quando não vai à esquina foder o primeiro(a) q apanha. A criança Peixes é porca e feia e pensa que é um bolo de arroz.

Alta (in) fidelidade

Sou infiel a uma série de merdas.
E assim assumo, justifico e respondo pela minha infidelidade.

15 janeiro 2008

Nunca me peço heroicidades

Mas não há nada pior que desiludirmos alguém que acredita em nós.

Obrigado M.E.M e J.F.

14 janeiro 2008

Virtudes da minha fraqueza

…solitária confiante e até me parece que alguma coisa começa na nossa vida quando tomamos consciência de que, possivelmente, no fundo, somos únicos e sós e que isso é necessário para que a aventura com os outros não fique condenada ao fracasso.

10 janeiro 2008

Esperem lá...


Não, não, o Pai Natal não trouxe prendas fora de tempo, nem tão pouco fui visitada pelo Anjo Gabriel ou por aquele passarão grande que traz bebés. Nada disso.... é outra coisa.
É uma "futilidadezinha" material que eu quero muito, estava reservada, deixou de estar. Agora pode ser minha.

Faço aqui o joguigo da mulher grávida, não conta enquanto não tem a certeza

11:30h.
Toca o telemóvel.
Olho.
O indicativo do número provoca-me um espasmo estomacal.
Deixo de respirar.
Atendo.
Do outro lado uma voz feminina, suave e segura.
Dá-me os bons dias.
Respiro.
Respondo.
Retribuo.
É a Anabela, reconheço a voz, antes de me dizer o nome.
…blá…blá…blá…
Sim…. Ela disse SIM.
O meu estômago contrai de novo, estou ouvir mas já não presto muita atenção.
Não sei bem como termina a conversa.
Acho que «…vai abrir uma garrafa de champanhe, não vai?»

08 janeiro 2008

Estou à espera... estou à espera

Entre hoje e Quinta-Feira, estou num compasso de espera. Aguardo uma resposta, ou SIM ou não (repararam no pormenor do tamanho das letras do SIM? Sou eu a tentar, a todo o custo, influenciar).
Aguardo uma resposta, simplesmente.
Tenho duas garrafas de vinho em casa, duma reserva e selecção especial, abrirei uma para comemorar o SIM. Abrirei as duas para esquecer o assunto.

06 janeiro 2008

SE UMA VIDA NÃO CHEGAR HEI-DE TER 100 VIDAS MAIS

MAS O TEMPO ATÉ PASSOU E ÉS O QUE ELE ME ENSINOU.

(Ornatos Violeta - O Monstro Precisa de amigos)




(Jack Vettriano - In Thought of You)

Lança os dados e baralha tudo de novo

Não pedi desejos enquanto comia as 12 passas, sou uma mulher atípica, não faço duas coisas ao mesmo tempo. Comer não me custa rigorosamente nada, já pensar dá-me uma trabalheira desgraçada. E antes que fizesse azia, limitei-me a comer as passas, lenta e pausadamente.


Agora que estou no início do ano tomei algumas decisões, ponderei, interiorizei e assumo:

Expurgar é a palavra de ordem.
Expurgar – Purgar completamente; retirar ou separar do que é nocivo ou prejudicial; limpar de erros; corrigir; emendar; apurar; limar; polir.


Não perderei mais tempo com quem me incomoda.
Não falarei dumas quantas personagens, porque não vale a pena.
Não falarei com outras, porque é um desperdício de energia.
Não enviarei sms a umas tantas, porque não vale a pena, porque é um desperdício de energia e ainda pago por isso.


Assumo que confundi orgulho com amor-próprio. Mas confesso, que ainda hoje, não sei quando agi toldada por um, ou em defesa e bom nome do outro.
Assumo que a minha capacidade de discernimento durante o ano de 2007 foi igual, ou inferior, a 1% de coisa nenhuma.
Admito que falhei, onde falhei, não admito julgamentos.
Confesso que ofendi, era desnecessário, mas soube-me bem na altura. Ainda não sinto arrependimento.



Gostava de ter a capacidade de perdoar mais facilmente. Gostava. Não fosse a minha capacidade em perdoar, inversamente proporcional ao mal que me causaram.



Não vou pedir conselhos aos amigos como se fossem os GPS da minha vida.
Passei o ano de 2007 a pedir e ouvir conselhos. Até ao “inimigo” pedi.
Aos Meus AMIGOS, aqueles que eu adoro e que estiveram sempre disponíveis. Sempre que eu precisei, de um ombro ou de um colo amigo (e deveria ter ficado só mesmo por aqui, tipo: chorar, limpar o nariz e dar de frosques), vocês deram-me conselhos de merda, sim fui eu que os pedi (alguns arrancados a ferros, até). Fizeram por bem, eu sei, achavam que era o melhor para mim, eu sei, mas não foi, isso, vocês jamais saberão, espalhei-me a todo o comprimento, sozinha. Continuo a gostar e a precisar imenso de vocês. Esqueçam a parte dos conselhos.
E depois, ainda há aqueles que, nem sendo amigos nem inimigos, me presentearam com frases feitas em jeito de conselho, (re)decoradas de livros do Paulinho Coelho. Que me irritam e aborrecem solenemente.
Todos têm uma opinião válida, e vou continuar a ouvir-vos com a atenção que merecem. Mas agora, agora sei exactamente o que não quero.


Agir, em vez de pensar ou sonhar em fazer. Já comecei.

05 janeiro 2008

Devaneios Transmontanos

Datraz dontem fui ali ao sóto comprar umas vazas secas, um bulho e uns moletes para o desinjum. Estava-me a apetecer um bom prato de cascas.
Bô, cumequera, o soteiro não sabia o que são vazas!
Depois de cusquilhar com a mulher, caçoaram um bom bocado, ali, estribados ao balcão. Vim arreliada para casa, acham-se guichos. Deste lafráu trato eu. Não pode com duas punhadas nas bentas, lhe garanto.

02 janeiro 2008

Saudades desmesuradas

Vai fazer um ano que não te vejo. Vai fazer um ano que não te conto aquelas minhas histórias parvas inventadas na hora, que não brinco contigo. Já não sei quais são os teus brinquedos favoritos, não sei o que mais sabes e aprendeste a fazer, nem quais serão as tuas novas birras. Nem sei se ainda dizes o meu nome e tão pouco se te lembras de mim.
Ainda falta muito para teres a idade que te trará a “liberdade” para me visitares, sozinho, só porque te apetece. E eu, que tenho idade para fazer o que me apetece (e apetece-me estar contigo), não “posso” visitar-te. Não “posso” Meu Amor Piqueno (era assim que eu te chamava, que significava Amor Enorme). Os “crescidos” têm destas coisas, dizem que não podem, apesar de poderem tudo.
Acredito que foste o único a “perceber” o que aconteceu. A saber do verdadeiro e único motivo da minha tristeza e depois desaparecimento. E tu, sem culpa nenhuma.
Tu sabias quando eu estava triste.
Aprendeste a dizer «gosto de ti…», e nesses dias tristes, apertavas os teus bracinhos à volta do meu pescoço, como quem me quer proteger do que me magoava e dizias, ao meu ouvido, «gosto de ti…» e eu respondia-te, «eu é que gosto muito de ti».
Sabes, as pessoas “crescidas” nem sempre dizem o que sentem, como um «gosto de ti», têm medo, medo que o outro “crescido” não responda «eu é que gosto de ti», ou quando responde, o outro não acredita. As pessoas “crescidas” complicam muito. Tu concordarias comigo, «Basta gostar muito, não basta? E acreditar. E respeitar».
Tenho muitas saudades tuas.

31 dezembro 2007

Prognósticos só no final do jogo

"Para aprender ai que caer, para ganar ai que perder".

30 dezembro 2007

Rescaldo

Como forma de expressão (e somente), o ano de 2007 é para esquecer. Esquecer, como se isso fosse possível, apagar um ano inteiro.
Entrei no ano de 2007 a perguntar-me de onde vinha, passei o ano a questionar quem sou, termino o ano a definir para onde vou.



Não vou pedir nada, nem fazer votos para 2008. Tudo o que virá, virá por bem.

28 dezembro 2007

«Forcadinha, sai da frente que te desgraço...»

Odeio.
Odeio é provavelmente uma palavra forte demais, mas é certo e comprovado que não gosto. Detesto, abomino, mete-me ranço, causa-me espécie, enerva-me... ter que aturar mulheres Touro (signo). Se duas mulheres deste signo, tramado, tiverem algo em comum, seja alguém, seja um espaço, trabalho, ou algo "disputável", meus amigos é f%d@"o. Tenho vindo a acumular umas experiências lixadas com estas criaturas do sexo feminino nascidas entre 21 de Abril e 21 de Maio. Seja lá o que acontece na junção destes dois factores, posso garantir que o resultado é incontornavelmente "a morte do artista"! Como Touro que são, normalmente são umas cabras, ou na melhor das hipóteses, vacas.
Tenho vindo a acumular experiências negativas com estas famigeradas e detestáveis criaturas. Avizinha-se mais uma.
Tenho dito, com alguma frequência, que ando numa fase apaziguadora e pacífica, mas, «tu ai... ó forcadinha, sai-me da frente, tu e mais essa tua fatiota ridícula, estou-te a avisar!».

Poderia ser outro animal qualquer, mas sou Touro


TOURO - O Resistente. Que encanta mas agressivo. Pode parecer enfadonhos, mas não são. Trabalhadores duros. Amável. Forte, tem resistência. Seres sólidos e estáveis e seguros dos modos deles/delas. Não procuram atalhos. Orgulhosos da beleza deles/delas. Pacientes e seguros. Fazem grandes amigos e dão bons conselhos. Bom coração. Amam profundamente - apaixonados. Expressam-se emocionalmente. Propenso a temperamento-acessos de raiva ferozes. Determinado. Cedem aos seus desejos frequentemente. Muito generoso.

Nem sei se isto é bom ou mau!!

27 dezembro 2007

Jantar de Natal, quem se ocupou de quê?

Os mesmos cinco de sempre. O Pai a mãe e "os miúdos", como eles nos chamam.
A mãe na azáfama costumeira dos pratos principais e típicos de Natal. A cozedura perfeita, os acompanhamentos certos, os molhos mais adequados.
A mana, a mais velha, adepta da "nouvelle cousin" menos própria para esta altura, brilha sempre, no que diz respeito às entradas. Ele é torradinhas de alho e azeite + filetes de anchova + patê de azeitona + salmão cru fatiado + queijinhos + umas coisas que sabem bem mas que nem sempre sabemos o que é.
O pai trata do vinho, da lareira e observa a sua prole.
O mano, o mais novo, põe a mesa, "desarruma" os pratos "compostinhos" da mana mais velha.
Eu, a do meio, não faço nada e faço muito. Dou uma mãozinha à mãe, para ver se aprendo alguma coisa. Não me atrevo a tocar nos super decorados pratos da mana mais velha, troco os copos que o meu mano colocou na mesa, corrijo os talheres, convenço o pai a experimentar outro vinho que não o da sua selecção. Aqueço o cu à lareira.
Tudo aposto para comer. Ocupamos os lugares de sempre. Perfeito.


Nota: A 1ª garrafa de vinho não estava boa (opinião minha), o pai insistiu e até apontou o facto de ter sido eu a escolher. Comecei a piscar o olho à segunda garrafa. Desatei a servir toda a gente com a primeira para ver se a despachava. Quase que não me deixavam abrir a segunda... a mãe ajudou, ainda bem, o vinho era excelente. Também foi a mãe que me "ajudou" a despachá-la, o meu pai topou-nos. Comentou que já estávamos assim... com aquela cor saudável. A mãe também gosta de vinho tinto.
Não queriam que eu saísse às ervinhas do monte, pois não?

26 dezembro 2007

O pecado da gula mora dentro do frigorífico da minha mãe

Se passar a semana toda aqui, venham-me buscar de caminhão TIR.

20 dezembro 2007

Ó chefe, a papar quilómetros desta forma...para?...quê?...bacalhau?

Acordar a correr.
Passar na empresa.
Tomar café nas primeiras bombas de gasolina que encontro.
Passar em casa do E., ficou combinado que hoje iria comigo, excepcionalmente.
Destino Coimbra.
Visitas de cortesia a clientes.
Destino Viseu, perdi-me.
Almoço de departamento SVH.
Não era preciso vir para tão longe comer bacalhau assado! Valeu o arroz doce.
Destino Porto.
Notícia de última hora. Afinal o E. vai apresentar carta de despedimento na próxima semana, sou a primeira a saber, não é novidade para mim, mas nunca pensei que fosse prenda de Natal. Custa-me imenso, é dos melhores consultores que temos na equipa e para mim é um dos melhores colegas dentro da empresa e amigo fora dela.

18 dezembro 2007

Gosto especialmente do motivo da nomeação




O T? Do Blog de Terapia
deu um prémio aqui à Maria. Gostei particularmente do motivo que apresenta.
Aqui vai um brinde, e atenção que esta garrafinha é "colheita da casa",
«A Nós, a quem GOSTA de vinho, e o resto... e o resto se não gosta, que não estrague!»


O prémio:


Regras:
1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post:- Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog;- A tag do prémio;- As regras;- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post).


Gosto realmente dos Senhores e Senhoras que constam ali na listagem do lado direito, diga-se, que esta é, uma excelente oportunidade dos contemplados (!!!) saberem o porquê de estarem ali, naquela lista (se é que isso lhes interessa), faltam alguns que também tenho lido mas que ainda não estão lá, por comodismo (meu).
Para já, cá vai:

Blog de Terapia - O T?, gosto da "imagem" pouco sã, que faz passar na escrita, o que na verdade, me parece ser um rapaz perfeitamente saudável. Uma prova: Não fazia a mínima ideia do seu gosto pelo vinho, até à chegada deste prémio, agora sim, parece-me perfeitamente saudável.

Cartoonices - Gosto do António, está no ponto de maturação perfeito para dizer, escrever e fazer aquilo que lhe dá na real gana. Gosto.

Days of Angst - Este rapaz, o Luís, tem o dom de me "picar" de vezes em quando, fá-lo de forma inteligente, ele é inteligente. Ultimamente irrita-me o facto de mudar o nome ao blog, neste momento chama-se "Fui almoçar com a Virgem", isto depois passa-lhe, lá para Janeiro vai almoçar com os Reis Magos.
Um dia destes arranjo-te um nome e não terás hipótese alguma...

Geração Rasca - Estes rapazes e raparigas fazem-me sentir uma perfeita ignorante, escrevem sobre política, música, espectáculos com a mesma facilidade que eu escrevo parvoíces...

Gostar à Bruta - O Ele, gosto do que escreve, e da forma como escreve, parece tudo tão perfeitinho e bonitinho, sendo um "Ele", escreve aquelas merdinhas que as mulheres gostam, encaro-o como perfeito personagem de blog. É de desconfiar...
(acredito piamente que "Ele" não visite este meu cantinho, caso contrário teria aqui uma desanca fenomenal).


Laxante - O X-Prep, gosto desta Criatura, sabe "escrever em transmontano", até já trocamos uns galhardetes. Gosto do seu sentido humano e de humor. Gosto muito.

País das Fantasias - A Min, é aquela mulher que ali está, sem pretensões, é aquela de quem sei menos, de quem se gosta facilmente e simplesmente gosta. Mas escreve pouco. Mas gosta-se dela.

Purita - Simplesmente Purita, já sabe umas coisitas de mim e é o que me define, identifico-me com coisas que faz e escreve e com outras que deixei de fazer... às vezes leio-a com saudades de mim.

17 dezembro 2007

Non sense ... para muitos (5º)

Wilbur, el cerdito valiente, es el lechon que tiene los dias contados y vive en una granja con animales parlantes. Traba amistad com Carlota la vaquilla.

16 dezembro 2007

Pedido de desculpa disfarçado

Este post era para ser uma brincadeira, mas até é um assunto sério.
Um dia destes fiz um comentário, num "tom" provocatório, num “blog amigo”, brinquei com o factor amizade, melhor dizendo, brinquei com as palavras usadas para retratar essa amizade. Um dos elementos envolvidos fez-me uma chamada de atenção, apesar de não ser nada muito sentido.
Seja como for, e sem aquela brincadeira do pedido oficial de desculpas prometido, deixa-me dizer-te, a ti e aqui, que ninguém nos ouve, «gostava muito que, de uma forma ou de outra, possa presenciar e desfrutar dessa amizade durante muitos e bons anos».

14 dezembro 2007

QUASE que me poderias chamar Teté de Calcutá

«…peço desculpa pelo facto, já me chicoteei 50 vezes…»

Vá lá, pedis-te desculpa!
Mas se, por esse pequeno erro te penitências com 50 chicotadas, então, outros erros mais graves mereceriam castigos semelhantes, esses sim, e numa relação directamente proporcional erro/castigo, aqui vai:
Por mim.
365 Chibatadas, com intervalo de 10 minutos em salmoura e uma noite ao relento, nu, em pleno rigor do Inverno no cimo da Serra de Nogueira. Posso adiantar-te que esta serra é uma das mais bonitas de Portugal. Fui boazinha, não fui?!

12 dezembro 2007

On/Off

Desde domingo que ando numa luta titânica entre o “on” e o “off”.
As jantaradas sucessivas e as noitadas, já deixam sequelas no corpinho que já não está na casa dos vinte.
Então e isto de levantar cedo para trabalhar…
Tenho de me deixar destas coisas…. Refiro-me ao trabalho, claro!

10 dezembro 2007

Um suspiro por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!

Vou pegar ali na deixa (comentário) do X-Prep, um dos meus blogueres favoritos, e dissertar sobre a tal batalha norte/sul.
Foi uma bela batalha.
Confronto entre iguais, uns mais iguais que outros, mas naquele maranhal mal se notavam as diferenças.
Esgrimiram-se talheres, entre petingas e pratos de bacalhau com couves, carne com migas, feijoada de caracóis e morcela de arroz.
Batalha que se preze tem trincheiras. Aqui havia a do tinto e a do branco, faziam desaparecer canecas de vinho com precisão de atiradores profissionais.
Valentes guerreiros.
Guerreiros sem armas e armaduras, de peito e braços abertos. Davam com a mesma facilidade que recebiam.
Ele há batalhas assim.
Ele há guerreiros assim.

07 dezembro 2007

Factor I, de Idiota

Já falei aqui, do colega que denomino como O Perfeito Idiota.
O Perfeito Idiota vai ser promovido, ainda não sabemos bem a quê, mas o chefe dele disse que depois deste tempo todo ia ser promovido.
Depois de validadas as competências, o Perfeito Idiota passa a ser O Idiota Mais que Perfeito (IMP).
Como a sua melhor competência é o de Perfeito Idiota, agora, Mais que Perfeito, o motivo da famigerada promoção deve ter como fundamento o ter “pegado de ponta” o chefe, e o trabalhinho foi tão prazeiroso para este último, que o outro merece promoção.
Recordo as palavras do Idiota Mais que Perfeito, aquando o colega H. lhe perguntava «então, vais deixar a função y para a função x?», o IMP responde «só cumpro ordens», exacto meu caro IMP, mandaram-te ajoelhar e tu… oraste.
Fosse eu um homem e fazias-me um igual ao que fizeste ao chefe.

Sexta-Feira chuvosa?

Estava cheia de vontade que chegasse o hoje, e depois o amanhã. Não que queira que, o tempo passe rápido, não, não quero. Quero-o lento. Quero que o tempo leve o seu tempo. Não tenho pressa. Hoje sou eu que digo «…não tenho pressa». Quero aproveitar cada agora.
O hoje, porque é o fim de uma semana que se previa, e foi, aborrecida, sem nada de bom ou especialmente bom.
O amanhã, porque prevejo um belo dia de sol. Onde quer que vá, vai estar sol, e vou, e vai estar sol. Tenho a certeza. Vou para sul…
Querem um dia fantástico?
Então, tudo rumo a sul… quer dizer, tudo não. Ele há pessoas, importantes, que vão de sul para norte, o meu sul. Confuso? Eu sei, não é o meu forte dar orientações.

04 dezembro 2007

BlogConsulta

Anda por aí algum dermatologista?

Sr. Drº.,
De algumas semanas a esta parte, apareceram-me uma borbulhas estranhas na parte inferior da queixada, vai de orelha a orelha, inclusive.
Qual Clerasil, quais máscaras de argila, qual iosina, qual pasta dos dentes (esta ideia é da I., desagradou-me logo, mas poderia funcionar)...
Nada dá cabo delas.
Aqui estão elas todas pimponas!
É suposto já não ter idade para isto!
Não tenho comido nada fora do normal, as hormonas devem estar controladas... enfim... será que é do novo after shave?

01 dezembro 2007

Gestos - Dar sem receber nada em troca

Caro A.,
Quero agradecer-te, aqui também.
Adorei chegar à caixa de correio, aquela física, a tradicional, e encontrar os teus presentes. Gostei. Chegar ao fim do dia e ter estes mimos à minha espera, dia este que foi um presente por si só.
Gostei muito. Dos dois. Gosto do título, já te tinha dito. Atribui-lhe um significado.
Gostei do "pormenor" da dedicatória.
Gostei do gesto. Desinteressado. Muito interessante.

Obrigado A.

Muito obrigado