29 janeiro 2013

It`s not working

Procuramos primeiro compreender e depois ser compreendidos.

Hábito 5, das pessoas altamente eficazes. Stephen Covey

Apanhei esta frase, colada numa porta, enquanto aguardava para uma reunião. Faz-me todo o sentido. Principalmente no âmbito profissional.  Já no pessoal, só me ocorre dizer: não esperimentem isto em casa. It`s not working.

 

19 janeiro 2013

Para o que é... serve

depois de muita hesitação... fui bater à porta da vizinha para lhe pedir o homem emprestado.

28 dezembro 2012

eu não fui

Presumo que, a romaria à santa zara tenha corrido muito bem. Eram 11 horas da manhã eu não consegui estacionamento no parque do maior shopping de Braga....
Senhoras, há quem vá ao shopping esporadicamente e em trabalho.

19 dezembro 2012

só porque não se consegue fazer melhor (já dizia o outro)

Conseguimos (nós criaturas desumanas) fazer muito mal uns aos outros. É preciso é saber parar. Ou não começar.
E eu aqui. Ela passa-me de raspão, mesmo que, com a devida distância e frieza que não é calculada. Aguardo pacientemente. Um fim.


 

18 dezembro 2012

ontem

 está tudo louco, dizia alguém na rádio, bem a propósito do caus que estava o trânsito no Porto. E eu apanhada no meio dele, parada mais precisamente.
Depois de uma hora e quinze, de puro aborrecimento a olhar para o estádio do dragão... e depois de ficar liberta a faixa da direita com saída para Campanhã/S. Roque e que aparentemente ninguém queria seguir, passa uma carro à velocidade possível, mas boa, para os restantes que estavam parados, com uma criatura com as mamas à mostra. Assim, sem mais nem menos, espeta o corpo do lado de fora da janela e tira a camisola e lá foi ela, até se perder de vista. Garanto que acordou meio mundo, afinal, até eu resolvi fazer pisca para a direita e ir em direcção a Campanhã... o que é certo é que me livrei da pasmaceira do pára arranca que não me levava a lado nenhum. Abençoado par de mamas, apesar de ligeiramente esverdeado e duvidoso, em relação ao género da criatura que as ostentava.

06 novembro 2012

previsões

O mesmo Gostar que faz Ficar. Deixa Ir.

06 julho 2012

Com bombons é chique. Com álcool ... é canja.


Numa daquelas grandes superfícies com o nome a acabar em Doce....





24 junho 2012

13 junho 2012

sms do dia

Onde podemos não ver o jogo?

29 maio 2012

terapia do riso

Bom ou mal sinal, não sei.

Passei metade do dia a rir-me como uma perdida, sem conseguir conter o riso quando deveria estar composta e decentemente séria, ria-me só porque entalei a mão de um colega no vidro do meu carro - o olhar dele e a mão que estava solta a pedirem para abrir o vidro foi algo imperdível.

Ri-me sozinha quando, já na hora de jantar, reparei que um dos ímanes, que deveria estar sossegadinho no meio da porta do frigorífico, afinal, tinha escorregado para a curva da mesma. Ali estava ele, um toureiro pançudo apanhado na curva.

E ri-me. Simplesmente.

24 maio 2012

o que somos

Nem sempre sinto o que me dizem.
Mas sinto, sinto tudo, o que me fazem.

05 março 2012

quem perder, ganha.



PS. Muito bom. Faz todo o sentido, ser por acaso.

13 janeiro 2012

bolos, bolinhos e cus redondinhos

Deixei de fumar há dois meses.
Um mês depois, comecei a sentir-me ligeiramente, para o muito, insuflada. E garanto que não troquei o tabaco por esteróides.

Entrei em dieta, vá, proibi-me de comer, apenas, doses massivas de hidratos de carbono em versão bolos, bolachas e bolinhos. Tipo, deixar de querer saber se, a última bolacha do pacote tem o mesmo sabor que a primeira. Tem, mas é ligeiramente mais enjoativa.

Hoje, e depois de tanta privação, sonhei com bolachas:.... eu ia roubar duas míseras bolachas ao meu armário... isto foi um sonho como quem diz.

02 janeiro 2012

impaciência

do teu silêncio que não se cala.

01 janeiro 2012

"Noches de Boda"


Que el maquillaje no apague tu risa,
Que el equipaje no lastre tus alas,
Que el calendario no venga con prisas,
Que el diccionario detenga las balas,
Que las persianas corrijan la aurora,
Que gane el quiero la guerra del puedo,
Que los que esperan no cuenten las horas,
Que los que matan se mueran de miedo.
Que el fin del mundo te pille bailando,
Que el escenario me tiña las canas,
Que nunca sepas ni cómo, ni cuándo,
Ni ciento volando, ni ayer ni mañana
Que el corazón no se pase de moda,
Que los otoños te doren la piel,
Que cada noche sea noche de bodas,
Que no se ponga la luna de miel.
Que todas las noches sean noches de boda,
Que todas las lunas sean lunas de miel.
Que las verdades no tengan complejos,
Que las mentiras parezcan mentira,
Que no te den la razón los espejos,
Que te aproveche mirar lo que miras.
Que no se ocupe de ti el desamparo,
Que cada cena sea tu última cena,
Que ser valiente no salga tan caro,
Que ser cobarde no valga la pena.
Que no te compren por menos de nada,
Que no te vendan amor sin espinas,
Que no te duerman con cuentos de hadas,
Que no te cierren el bar de la esquina.
Que el corazón no se pase de moda,
Que los otoños te doren la piel,
Que cada noche sea noche de bodas,
Que no se ponga la luna de miel.
Que todas las noches sean noches de boda,
Que todas las lunas sean lunas de miel

Juaquim Sabina
O dia começa deliciosamente calmo. Lá fora parece que está tudo dormente. Os domingos deveriam ser todos assim.
O ano novo começa tão bem.

13 dezembro 2011

terça feira 13

Que o dia 13 seja de sorte. Que a terça feira 13 seja a conjugação perfeita de astros e conjunturas de luas. Que ninguém acorde com os pés fora da cama.
Deslargai-me que hoje é o primeiro dia de algo bom.



12 dezembro 2011

pela boca engorda a solha

Diet é tudo aquilo que eu não como.

05 dezembro 2011

Há dias em que chego a duvidar da minha índole. Dou comigo a magicar a mais rebuscada das vinganças. Não me falta a coragem, mas depois acho que aquilo é capaz de dar muito trabalho.
Continuo a duvidar da minha índole e ainda por cima sou preguiçosa.

04 dezembro 2011

incongruências

Comunicação em excesso é disto que sofremos.Vemos demais, falamos demais. Em boa verdade pouca é a comunicação de facto. Menosprezamos o que sentimos em detrimento do que vemos e do que ouvimos. Disto tenho hoje mais certeza.
Qualquer coisa como: o que não é dito não é sentido.
E o que é dito é sentido?
Sem sentido é a forma como nos tratamos, como nos escolhemos, sem sentido(s).


22 novembro 2011

It's not what I mean



17 novembro 2011

parece mas não é


Dois rapazes à minha frente na fila do KFC que, em alto e bom som, pedem:
-Meia dúzia de pataniscas... daquelas ali atrás...
Pensei que fosse piada e ri-me, até porque me pareceu uma das boas, da forma como foi dita. Não era. Olharam para mim com atrapalhação, depois da miúda que recebia os pedidos ter dito algo, e deixam-me passar à frente, provavelmente a refazer mentalmente o pedido daquilo que parecem pataniscas mas não são. Até a mim, me apeteceu desistir do pedido e juntar-me ao Movimento pela Patanisca Perdida.


15 novembro 2011

fumar ou não fumar não é questão. é decisão

Raisparta o meu timming imperfeito para a tomada de decisões radicais.

01 novembro 2011

o mais do mesmo e o mal do mesmo

O mal que me fazem e o bem com que me iludem.

12 outubro 2011

biba!

Para quem conhece estas maquinetas.

Nas portagens de Grijó na A1, a voz diz: Boa Biagem.

11 outubro 2011

liber dad(a)e

O lado leve da brutalidade, da vontade dos outros, é a minha liberdade.

o meu inimigo pouco nobre



Inimigo que é inimigo usa armas nobres.
Inimigo que é inimigo sabe quando perde e quando ganha.
Inimigo que é inimigo quer-nos por perto.
Inimigo que é inimigo é coerente.
Inimigo que é inimigo não é cobarde.
Inimigo que é inimigo tem que ser nobre.

08 setembro 2011

como quem canta

O meu sim é um descuido do não.

18 agosto 2011

moral da história

A moral também é uma questão de tempo, dizia com um sorriso maligno, tu verás.


Gabriel Garcia Márquez - Memória das Minhas Putas Tristes

16 agosto 2011

(E) se eu pudesse dizer a verdade

Dir-te-ia: Aquilo que encontras em mim é inversamente proporcional ao que eu encontro em ti.

26 julho 2011

dor? qual dor?

a desilusão é como fazer depilação a cera. Primeiro dói muito, e é para nunca mais e mais não sei quê... que aquilo dói mesmo...
Depois, com o tempo habituas-te  e até dás mais corpo - literalmente - ao manifesto.
E desiludes-te, e sentes, mas já não dói - tanto.

se

se, para além de corrector ortográfico, isto tivesse corrector de "organizar palavras para que isto faça sentido", este blogue transformava-se em bula de Contra Indicações de um qualquer antidepressivo.

25 julho 2011

os chatos e os chateados

Aborrecida de gente chata, irritada de gente irritante.
Se chovesse, ao menos,  punha as culpas ao mau tempo.
Sinto-me profundamente abooooooooooooooooooooorrecida.

03 julho 2011

liberdade condicional

não deixes que perceba. leva-me devagar.  quero ser incoerente, faz de conta que não percebes e leva-me devagar.

30 junho 2011

a marinar

Ontem, quase que me convenciam a criar a minha página de facebook. Mas isso foi ontem.

...

16 março 2011

obras do camandro

Segunda Feira:
- Sr. Manuel, isto fica pronto até sexta feira?
- Oh, claro menina!


Quarta Feira:
- Sr. Manuel, sexta feira já está tudo pronto, não está?
- Oh, nem pensar  menina!

10 março 2011

planos

dar de frosques. laurear a pevide. dar corda aos sapatos. desaparecer das vistas. por-me a andar. arejar.
vá, para quem gosta muito de mim, vou-me encher de moscas, longe.

01 março 2011

mesmo que seja a pagar

Gosto tanto quando fazem aquilo que quero. Se for um homem, melhor. Se tiver que pagar, paciência.
Apresento o Bruno:

http://brunovittiehairstyling.blogspot.com/

Vale muito a pena.

10 fevereiro 2011

apetecia-me falar de tudo e de nada..... escrevo... e de nada

8:30h Fui a Braga. Perdi-me. Por muitas vezes que lá vá perco-me sempre, nunca sei ir direita aos sítios onde já estive, não sei para onde é norte e sul. Perco imenso tempo. Regresso ao fim do dia farta de tanta volta, perdida.

19.00h Antes de entrar em casa a dona da pastelaria ali ao lado diz-me que um dos bolos que levei ontem já não devia estar bom, que se apercebeu tarde demais, pergunta se me soube bem e se não me fez mal - Minha cara, para que deixa passar a validade de quase tudo o que está no frigorífico, e nunca é muito, come e continua a cantar.... não vai ser um bolinho que me deita abaixo, estou bem e soube-me melhor ainda.
 Chego a casa. Estranhamente cheia de sono. Deito-me no sofá. Adormeço. Sonho com uma amiga minha a ter um bebe.

20:30 Acordo com uma chamada que nem me dei ao trabalho de atender, número perfeitamente identificado, mas desconhecido, não atendi, como se me estivesse a vingar de quem me tinha acordado. Não era para me dar nada certamente.

Faço uma pesquisa na net , "significado de sonho- nascimento", resultados:
1ª-mau agouro para quem sonha...
2º-mudanças boas na vida....
Escolho a segunda.

09 fevereiro 2011

vai treinando, vai

Good girls go to heaven, bad girls go everywhere.

Jim Steinman



Prefiro o paraíso pelo clima, o inferno pela companhia.

Mark Twain

08 fevereiro 2011

antes do primeiro café. não.

Alguém me ligava, anonimamente,  pelas oito da manhã. Atendo.
- sim  -digo eu,
- quem fala?- pergunta uma voz feminina de poucos amigos
- eu, mas queria falar com quem?
- ligaram para este número queria saber quem é,
- está a ligar-me de um número anónimo, isso de eu ter ligado para aí, foi exactamente a que horas?
- áh, espera, já sei quem é, já te ligo.... -desligou

13 horas depois ainda ninguém se acusou.

o eu médica, de 5ª

Deu-me para analisar as minhas análises, que devo mostrar daqui a dois dias à minha médica.
Parece tudo dentro dos valores de referência, excepto duas merdicacas que não faço a mais pálida ideia do que são, tal como o resto, mas como estão bem, passo. Faço uma breve e genial pesquisa na net, só para saber que valores disparatados são aqueles e voila: tenho um a dois anos de vida. Vá, a correr bem, só começa a contar na quarta feira que é quando vou  à médica.

05 fevereiro 2011

o eu radical

Ando  a praticar uma espécie de body jumping nos últimos dias.
Sei que estou presa por uma corda que me dá alguma segurança.
Tenho medo.
 Perco o medo. Salto.
É libertador.
Fico em suspenso.
Volto ao ponto de salto.
Tenho menos medo.
Perco o medo. Salto.
...
Ou paro com a brincadeira ou talvez me estoure toda.

31 janeiro 2011

não sei se coce um joelho se me atire a ti

Preciso tomar um decisão. Melhor, a decisão está tomada. Preciso de agir e avançar.
Sentei-me em frente ao pc para escrever uma carta.
Naveguei de blog em blog para vir parar ao meu. Nem assim me encontro.
Estas manobras de diversão eram escusadas.
Não, não é uma carta de amor nem coisa que se assemelhe, dessas, quando as voltar a escrever, farei questão de usar uma Bic Crystal e uma folha de papel qualquer, onde caiba o pouco de muito,  que diga o muito em  pouco, para um  pouco ou muito de um homem que me fará cometer tamanha parvoíce.

Acabei de me esbofetear, com a mão esquerda porque tem menos jeito.
Concentra-te, a carta tem que ser escrita.

27 janeiro 2011

pdi

quando quatro copos de bom tinto me deitam a baixo e levo quatro dias a recuperar. é justo.

10 janeiro 2011

2011

assusta-me para  caraças.

12 dezembro 2010

*entrada livre ou selectiva?

Agenda de concertos - Dia 13 de Dezembro de 2010

- Paulo Gonzo - Lisboa – Casino Lisboa -22:30 - livre

- José da Câmara - Lisboa – Fnac Chiado - 18:30 - livre

- Fernando Ferreira - Lisboa – Fnac Vasco da Gama - 21:30 - livre

- Caribou - -Lisboa – Lux

 -Fina Flor do Entulho  -Matosinhos – *Prisão de Custoias - 14:00

05 dezembro 2010

para a Ême

Eu até arranjava um cão ou um gato, mas a minha solidão é demasiado egoísta.
(vá, agora interpreta lá isto).

fazer limpezas dá-me cá uma moca!

Acabo de snifar 1/4 litro de amoniacal.
Limpeza geral da cozinha. Check.

01 dezembro 2010

pai e filha do meio (eu) ao telefone

- desculpa, deveria ter-te ligado ontem para desejar bom ano...
- pai, hoje é dia 1, mas de Dezembro...
- ah! então avisa-me quando o mês chegar ao fim...

relatório de sustentabilidade ou como o meu coração é verde

gatunagem selectiva

Enquanto escrevo oiço Elvis Presley. Um dos cds que estava no meu carro e que a gatunagem não achou piada, logo, não levou.
Na madrugada passada a garagem do meu prédio foi assaltada e vandalizada.
O meu carro foi brindado com dois vidros partidos.
Experimentaram os meus óculos de sol, não gostaram, não levaram;
Deixaram o porta cds de pantanas, nada lhes agradou, não levaram;
Os batons que lá estavam, giros para caraças, não lhes agradaram...
Levaram o comando da garagem. Os palermas querem voltar, querem ver!

01 novembro 2010

what women want

Elas não sabem.
O restante reino animal também não.
Ambos arriscam.

25 outubro 2010

um aniversário, um desejo

Gostava mesmo de te ter dado os parabéns de outra forma. Enquanto escrevia um simples sms, concluia, ainda antes de o enviar, que era frio, que não dizia nada, que aparentemente não levava nada e não te daria/diria  mesmo nada.
Repetimos com frequência o mesmo erro: aquele de não dizermos/demonstrarmos em tempo útil o quanto gostamos, o quanto nos fazem falta, o quanto nos influênciam certas pessoas. Sejam elas parentes ou aderentes, aquelas de quem nos lembramos desde que somos gente ou as que vamos encontrando por aí, e ficam, connosco, sem saida.

Queiram, todas as entidades divinas, mais as que escrevinham os mapas do destino, mais as mayas e toda a bicharada dos signos, que, querendo eu como quero, ainda vá a tempo.

06 outubro 2010

phuff

Ele há coisas que perdem muita piada se as tentarmos controlar racionalmente.
Pois claro, significa que somos crescidinhos e conscientes. Racionais. E perde a piada.
Qual emoção, qual loucura. Temos idade para ser responsáveis e outras "merdinhanhas" que tais. E "phuff" à piada.
Ah! e sinto-me tão adulta e responsável e racional e "phuff".

23 setembro 2010

literalmente





Os homens dão-nos música.
As palermas gostam. As outras também.

Johnny Cash -  Ring of Fire

23 agosto 2010

as paixões são como a caspa

já toda a gente a teve.

com maior ou menor intensidade.

depois passa.

se não passar é doença. dizem que se chama amor, perdão - seborreia.

Dedicado ao segundo homem mais interessante do planeta.

Seja ele quem for.





(A música original é de Joaquím Sabina - Yo, Mi, Me, Contigo
Coloquei  uma voz feminina pelo tom bem mais dramático e porque não encontrei uma versão original com som satisfatório. Segue a letra que é brutalmente deliciosa)

Yo no quiero un amor civilizado,

con recibos y escena del sofá;


yo no quiero que viajes al pasado


y vuelvas del mercado


con ganas de llorar.

Yo no quiero vecínas con pucheros;


yo no quiero sembrar ni compartir;

yo no quiero catorce de febrero


ni cumpleaños feliz.




Yo no quiero cargar con tus maletas;


yo no quiero que elijas mi champú;


yo no quiero mudarme de planeta,


cortarme la coleta,

brindar a tu salud.




Yo no quiero domingos por la tarde;


yo no quiero columpio en el jardin;


lo que yo quiero, corazón cobarde,


es que mueras por mí.


Y morirme contigo si te matas


y matarme contigo si te mueres


porque el amor cuando no muere mata


porque amores que matan nunca mueren.
Yo no quiero juntar para mañana,


no me pidas llegar a fin de mes;


yo no quiero comerme una manzana


dos veces por semana


sin ganas de comer.






Yo no quiero calor de invernadero;


yo no quiero besar tu cicatriz;


yo no quiero París con aguacero


ni Venecia sin tí.


No me esperes a las doce en el juzgado;


no me digas “volvamos a empezar”;


yo no quiero ni libre ni ocupado,


ni carne ni pecado,


ni orgullo ni piedad.


Yo no quiero saber por qué lo hiciste;


yo no quiero contigo ni sin ti;


lo que yo quiero, muchacha de ojos tristes,


es que mueras por mí.


Y morirme contigo si te matas


y matarme contigo si te mueres


porque el amor cuando no muere mata


porque amores que matan nunca mueren.

28 julho 2010

ou é ou não é. ou sabes ou não.

Quando tentamos impressionar alguém, provavelmente é essa a impressão que deixamos.

27 julho 2010

juro que tem tudo a ver


Nunca comi nenhum Cupcake
Por muito tentador que pareça, não é suficiente.
Será que o mal que faz compensa o bem que sabe.

notícia boa e notícia má.

Isto tudo vai passar.

26 julho 2010

querer. poder. saber

é natural que as coisas boas também aconteçam
é nossa vontade deixá-las acontecer
é simplesmente humano querer
é quase mestria saber aproveitá-las

sintomas

insónias
dor de barriga
ansiedade
sorriso parvo

14 julho 2010

Moraleja: Cuando abra la boca, hágalo sin cagarla.

Un hombre estaba sentado en el avión al lado de una tierna niña, miró a la niñita y le dijo:

- Charlemos... he oído decir que los vuelos parecen menos largos si uno conversa con la persona que tiene al lado.

La pequeña, que acababa de abrir un libro para ponerse a leer, lo cerró lentamente y dijo con voz suave:

- Sobre qué le gustaría conversar?
- Pues no sé... Qué tal de 'física nuclear'? le dice el en tono burlon y le mostró una gran sonrisa.

- Bueno, ése parece ser un tema interesante, dice la niña pero antes déjeme hacerle una pregunta... Un caballo, una vaca y un borrego comen lo mismo: hierba; Pero por que el excremento del borrego es como bolitas pequeñas, el de la vaca es una plasta y el del caballo parece una pelota de pasto seco. Por qué cree usted que sucede eso?



El hombre visiblemente sorprendido por la inteligencia de la niña, lo pensó un momento y le dijo :

- Hummm.... no tengo ni idea.



La delicada y dulce niña contestó:

-De verdad se siente calificado para hablar de física nuclear, cuando ni de mierda sabe!

30 junho 2010

Golos

Comi alheira e ajudei a beber um garrafa de tinto Casa de Santar. Pesado para uma noite de Verão, eu sei. Mal consegui comemorar os golos que a Selecção marcou.

27 junho 2010

era bonito e enorme, já não é

Estou com um cabelinho à "Achas que Sabes Dançar", seja lá o que isso for, foi o que me ocorreu quando o famigerado cabeleireiro, que desta vez me calhou em sorte, acabou o servicinho.
Nas aventuras com os(as) cabeleireiros(as) aprendi que não só devemos definir muito bem aquilo que queremos mas principalmente aquilo que não queremos. Ou, sofremos no pelo.
E não, a menina não dança. Mas tenho cabelo para isso.

23 junho 2010

Todas as histórias de amor deveriam terminar assim.
No exacto momento em que um desiste e o outro sabe, o que desiste Morre.  Não faz sentido que seja de outra forma.

Há um conto delicioso da Maria do Rosário Pedreira, "Caçadores de Algas" que ilustra na perfeição o fim (in)feliz de uma história de amor.

08 junho 2010

O eu "paciente"

Um dia destes mudo de método.

O eu "psicanalista"

Este jogo dos blogs é um ping-pong entre supostos  "psicanalistas" e os eternos pacientes.
Quando um blog termina, o paciente está curado. Ou morreu.

26 maio 2010

animais inofensivos

Cheguei a casa como  se carregasse mais dez quilos em cima de cada perna.
Consigo arrastar-me até ao sofá e ali fico, espalmada. Entre chamadas que não deveriam ter sido atendidas e o desconforto da roupa de trabalho, adormeci.
Acordei com o mugido de uma vaca. Juro. Foi o que achei. Não era.
Já alguém ouviu uma vuvuzela tresloucada nas mão de um miúdo de 6 anos?
Exactamente o mesmo som do mugido de uma vaca tresloucada com a mesma idade.
Ali na varada do prédio em frente. Um miúdo e uma vuvuzela. Não a vaca.

26 março 2010

parentes e aderentes

Gosto de panelas e frigideiras  anti-aderentes. De pessoas nem por isso. Gosto das com um fundinho que nos “agarre”.

16 março 2010

Leituras

Ele há palavras dos outros que, com muito mais jeito, escrevem o que pensamos.
Pensei em encurtar um pouco este artigo, mas não merece.


Já não sei quantas páginas de jornais e revistas se publicaram sobre "Lua Nova", adaptação para cinema do livro com o mesmo título de Stephanie Meyer. Queria contá-las mas a minha filha de onze anos deitou-as para o lixo, vociferando contra a imprensa portuguesa. Enquanto procedia a essa limpeza, a garota perguntava: "Se os livros e o filme são tão maus como todos escrevem, para que gastam tanto espaço com eles?". A pergunta pareceu-me oportuna. Preferi não lhe responder a verdade ("porque vendem"), dado que gostaria que ela não desistisse já de ler jornais e de acreditar que o jornalismo é um serviço público, em vez de uma sucursal de vendas dos Hollywoods. Também não lhe fez mal nenhum acreditar no Pai Natal durante seis anos. Tenho esta ideia de que quanto mais acreditarmos nas coisas e nas pessoas mais felizes seremos e mais sonhos conseguiremos realizar. É uma ideia com a qual não me tenho dado mal. Várias almas bem intencionadas têm tentado convencer-me, ao longo dos anos, e às vezes por ínvios caminhos, que um bocado mais de cepticismo ou, pelo menos, uma dose de hipocrisia com uns fumos de cansaço existencial me seria útil. Sei que até têm razão - mas a alegria de me erguer mil vezes, com a voz e a liberdade intactas, dos escombros das esperanças perdidas, não há utilidade que a pague. É essa mensagem que procuro passar aos que crescem à minha volta.


Na minha arreigada ingenuidade, acredito que os jornais servem para interrogar a realidade. Por isso estranho que ninguém queira perceber o que há neste universo de "Crepúsculo" (o primeiro livro e filme da saga) que tanto excita os adolescentes. Não, não são apenas, nem particularmente, os vampiros ou os lobisomens. As meninas estão fascinadas por Edward Cullen, não por ser vampiro, mas por ser um rapaz diferente dos rapazes que elas conhecem. Um rapaz belíssimo, de 17 anos, que tem um homem de 109 anos dentro de si, isto é: um homem que não confunde amor com sexo. Melhor ainda: um homem que sabe imediatamente o que é o amor, quando o encontra. Um homem que sabe o que quer, em vez de se resignar a saber apenas o que pode. O contrário do protagonista de "A Fera na Selva", de Henry James, isto é: o contrário do ser humano do sexo masculino, tal como o conhecemos: perdido na sua própria vaidade, assustado com a capacidade estereofónica das mulheres, apavorado com a ideia de perder o controlo e de se entregar, agarrado às suas rotinas securizantes e aos instintos do seu apêndice sexual, ou à necessidade de se mostrar o maior garanhão da sua paróquia. A razão pela qual as mulheres crescem a sonhar com vampiros ou lobisomens é simples: em geral, os homens, por si só, são pouco surpreendentes. Não têm mistério. Repetem-se muito. São previsíveis como uma decepção. Vou ser boazinha e acreditar que a culpa não é deles, é da educação marialva ainda em vigor. Aliás, fui educada para ser boazinha e acreditar que, com paciência, os homens mudam. Perdi a paciência há muitos anos, mas organizei-me para não perder a bondade, que é uma forma de esperança, por motivos egoístas.


Não é verdade que, como tanto se tem escrito, Bella Swan, a protagonista da saga, seja um modelo de passividade. Ela salva a vida ao próprio vampiro. A história é explicitamente inspirada no Romeu e Julieta de Shakespeare, abundantemente citado. Nos tempos que correm, é uma felicidade encontrar uma citação verdadeira, isto é, com aspas: anda meio mundo a enganar outro meio com frases tiradas dos clássicos, sem qualquer referência à fonte. Chamava-se a isto roubo; agora chama-se, caso seja descoberto, contaminação, colagem, arte, pós-modernismo ou coisa que o valha. É a liquidez para a qual nos alerta incessantemente Zygmunt Baumant. Uma liquidez que resulta da embriaguez pelo sucesso. Acusa-se Stephanie Meyer de 'puritanismo' porque o sexo entre o par apaixonado é constantemente adiado - embora a menina se esforce muito por trazer o vampiro para os seus lençóis (ele não tem cama, porque não dorme). Aprecio esta assumpção do desejo feminino, tão rara nos filmes e livros para jovens. Pergunta-me a minha filha: "Porque é que têm sempre que escrever 'a escritora mormon' quando falam de Stephanie Meyer? Ninguém escreve 'o escritor ateu José Saramago' ou 'a escritora cristã fulana', pois não?". Pouco importa. Depois de Shakespeare, a minha filha quer ler "O Monte dos Vendavais", por recomendação dos vampiros. Não é a mordidela, mas o bater do sangue.

 
Inês Pedrosa in Expresso



PS. Minha cara amiga M. não tenho qualquer espécie de vergonha em dizer que estou a ler a saga completa. E sim, vou-te comprar os quatro volumes em português.

08 março 2010

Play

Há  vidas que acontecem. Outras são pensadas.
A minha, vai acontecendo.

Foram?

Sei que vou tarde em anunciar que já foi e que até fui.
Para apreciadores e curiosos.
Vale(u)  a pena.

24 fevereiro 2010

já não de fazem inimigos como antigamente

Os meus inimigos são cobardes.
Gostava que os meus inimigos fossem nobres de tal nome e função.
Daqueles que escolhem armas, padrinhos, marcam data e hora para o duelo.
Mas os meus inimigos são apenas cobardes.

eu sou TÃO a favor da clonagem



PS. agora cantem comigo: "todos juntos, todos juntos..."

11 fevereiro 2010

Em escuta no carro.
Passei a tarde a ouvir o novo albúm dos Massive Attack. Apercebo-me de como me faz carregar um pouco mais no pedal do lado direito. Velocidade, é o que me provoca esta música.
Imaginei onde poderia ouvir esta música e aproveitar o efeito. Na  prática de jogging. Era ver-me fugir desalmadamente e a deixar um rasto de poeira para trás. Esquece.

Planeamento, gestão de espaço, logística e terra fértil.

Quando eu morrer quero/gostava de ser cremada - como se, depois de morta, podesse decidir, querer ou gostar de alguma coisa.

 Mas detesto a ideia da bicharada a aproximar-se de mim sem eu poder gritar.

Não quero ninguém no meu funeral. É uma perfeita e mórbida perda de tempo. Não mandem flores.

Quero gente por perto em vida. Gosto que me visitem, mesmo sem avisar, que fiquem para jantar, que encham a casa e ocupem os espaços onde normalmente há bancos cadeira e sofás vazios.
 Mas apareçam em vida.
Adoro receber flores, não necessáriamente naqueles arranjos manhosos e cheios de aparato, podem ser em vaso, um ramo desordenado, uma ou duas flores, até de "gestas floridas" se dadas com gosto e porque aprecio, muito.
Mas ofereçam em vida.

Mandem espalhar as minhas cinzas num olival - aquele em Santo André, sempre quis lá morar.

Não me venham dizer que isto é mórbido.
Falar da morte em vida é bom.
Falar da vida já "morto" é que nem por isso.

31 janeiro 2010

Desejos

Desejo

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim

Mas se for, saiba ser sem se desesperar


Desejo também que tenha amigos

Que mesmo maus e inconseqüentes

Sejam corajosos e fiéis

E que pelo menos em um deles

Você possa confiar sem duvidar

E porque a vida é assim


Desejo ainda que você tenha inimigos

Nem muitos, nem poucos

Mas na medida exata para que

Algumas vezes você se interpele

A respeito de suas próprias certezas.

E que entre eles

Haja pelo menos um que seja justo


Desejo depois, que você seja útil

Mas não insubstituível

E que nos maus momentos

Quando não restar mais nada

Essa utilidade seja suficiente

Para manter você de pé.



Desejo ainda que você seja tolerante

Não com os que erram pouco

Porque isso é fácil

Mas com os que erram muito e irremediavelmente

E que fazendo bom uso dessa tolerância

Você sirva de exemplo aos outros



Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais

E que sendo maduro

Não insista em rejuvenescer

E que sendo velho

Não se dedique ao desespero

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor



Desejo, por sinal, que você seja triste

Não o ano todo, mas apenas um dia

Mas que nesse dia

Descubra que o riso diário é bom

O riso habitual é insosso

E o riso constante é insano.



Desejo que você descubra

Com o máximo de urgência

Acima e a respeito de tudo

Que existem oprimidos, injustiçados e infelizes

E que estão bem à sua volta


Desejo ainda

Que você afague um gato, alimente um cuco

E ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque assim, você se sentirá bem por nada


Desejo também

Que você plante uma semente, por menor que seja

E acompanhe o seu crescimento

Para que você saiba

De quantas muitas vidas é feita uma árvore



Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro

Porque é preciso ser prático

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele na sua frente e diga:

"Isso é meu"

Só para que fique bem claro

Quem é o dono de quem


Desejo também

Que nenhum de seus afetos morra

Por eles e por você

Mas que se morrer

Você possa chorar sem se lamentar

E sofrer sem se culpar



Desejo por fim

Que você sendo homem, tenha uma boa mulher

E que sendo mulher, tenha um bom homem

Que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes

E quando estiverem exaustos e sorridentes

Ainda haja amor pra recomeçar



E se tudo isso acontecer

Não tenho mais nada a lhe desejar



Victor Hugo

20 janeiro 2010

em surdina

O "blog" está com uma crise de planeamento, organização e tomada de decisões.
Só os patetas não têm destas crises. Isso "consola-o" bastante.

06 janeiro 2010

trapos

Arrumar o meu guarda vestidos é como ir aos saldos.
Estava uma grande confusão.
Encontrei coisas que sempre quis ter e que me fazem falta.

xaninha

E se eu tivesse que desejar alguma coisa muito boa, àqueles que não têm a família por perto, então, eu desejo-vos um irmã igual à minha. Toda a gente deveria ter uma irmã igual à minha. Era bem mais fácil, bater à porta de alguém e pedir a irmã mais velha emprestada.

prenúncios

Ano Velho.
Os últimos dias do ano de 2009 foram "dias nervosos", porque não me podia esquecer de nada, porque tinha uma penosa viagem para fazer, porque ainda não sabia onde me apetecia ficar e até quando.
Fim.
Ano Novo.
Quero crer que, a forma como iniciamos o ano pode ser  um prenúncio do que aí vem.
Comemos passas só porque sim. Não houve desejos.
Brindámos, bebemos e partimos os copos. Brindámos, bebemos e voltamos a partir os copos.
Dancei quatro horas seguidas.
Fui para casa às 9 da manhã.
Quase que me apaixonei.
Mas estava cansada, cheia de frio e fui-me deitar.

22 dezembro 2009

Bom Natal

Acabadinho de chegar à caixa de correio. Fez-me rir. Isto é puro Natal.

(OBRIGADA. Estava a precisar de algo muito bom para os desejos de Natal)





Assim, daqui da minha poltrona (vá,cadeira de baloiço comprada no Ikea), dum lado uma grande chávena de café, do outro, uma caixa de chocolates daqueles que aparecem na tv em que o último é disputado por um jovem casal (aqui ninguém disputa nada, sou menina para comer o primeiro e o último, ainda antes que os restantes se queixem). Ora, assim sendo, do alto da minha poltrona: desejo um Natal quentinho de tudo a todos.

da publicidade


"Olha aqui seis sozinhos!
E quem vais comê-los?
Eu."

20 dezembro 2009

politeness

Eu também tenho um favorito nos Ídolos.
Oh, se tenho!
É o Laurent Filipe.
Ah! Não canta!?
(en)Canta, (en)canta...
e que polidez.

13 dezembro 2009

Despedidas


Não consigo perceber o conceito do jantar e festa de despedida de solteira.
A começar mesmo pela "despedida", despedem-se exactamente de quê? (Que não seja da ilusão, digo eu).
Depois a  jantarada,  as prendinhas de um gosto e funcionalidade ou mesmo objectivo duvidoso ou  inútil.
Mas despedem-se de quê?
Será da liberdade, da família, dos amigos, das noitadas, dos tempos livres, da beleza e das horas de sono, das unhas com verniz, dos vestidos curtos....?
Tenho a certeza que tem muito mais sentido a despedida de casada, há seguramente muito mais para "se despedir".
Digo eu, que não percebo nada do assunto, e gosto tanto de falar do que não sei.

Aquece-me o ouvido

Gosto de músicas de Natal, versões ou originais tanto me dá. Com a excepção do Coro de Santo Amaro de Oeiras (gosto de criancinhas, mas não a cantar). Sou menina para, em pleno mês de Maio ou Agosto, tanto faz, limpar o pó a um dos Cds de música de Natal e ouvir à força toda.
Gosto muito de músicas de Natal.
Sem me querer repetir. Gosto mesmo de músicas de Natal.

08 dezembro 2009

nada contra. nada a favor


MC, Londres  3 de Dezembro de 2009

07 dezembro 2009

London 11h e 17 min.

Qual a pergunta menos provável de se ouvir junto do Big Ben?
Que horas são?



MC, Londres 2 de Dezembro de 2009

30 novembro 2009

por-me ao fresco (e à chuva e ao nevoeiro)


Havia planos (e boas intenções) para ir até Barcelona em Outubro ou Novembro. Tanta pena que temos de não poder fazer tudo o que se quer e com quem se quer.

Olha, afinal vamos a Londres, mudámos de companhia (não a aérea) e lá vamos nós.
Hoje, ao final do dia, acertamos horas aqui.

24 novembro 2009

do desejo

"The desire of the man is for the woman,
but the desire of the woman is for the desire of the man"

Madame de Stael

05 novembro 2009

pretérito imperfeito do verbo ser

O que nos acontece de realmente muito mau, não nos torna pessoas melhores. Decididamente não.