18 agosto 2009

hot hot baby


18-08-2009 em pleno nordeste transmontano

13 agosto 2009

Da música que me dou

Era muita a vontade de assistir a este primeiro concerto do projecto Amália Hoje. Fui embaladíssima.
O concerto merecia outro ambiente. Foi bom. É concerto para se ouvir numa boa sala de espetáculo. As vozes estavam lá, e a presença de quem cantava era apetecível (confesso, estive a maior parte do tempo a olhar para o Fernando, à espera que abrisse os braços, soltasse o cabelo e transformasse a música da Formiga, noutra coisa qualquer mais selvagem).

Soube a pouco. Muito pouco. A noite estava excelente. Se, em Outubro não os tiver enjoado, sou menina para os ver no Coliseu do Porto.

10 agosto 2009

Vamos


Dia 12, 22:00h, marginal de Matosinhos.
Vai estar bom tempo.
Ainda não sei quem vai comigo, mas há-de ser boa gente.
Tenho a certeza de que vou achar muita graça a isto.

05 agosto 2009

semi

O semi-deus diz que sou impaciente.
O semi-deus diz que tenho pressa de ver as coisas acontecer.
O semi-deus diz-me para esperar.
O semi-deus decide que ainda não é altura de eu ser feliz.
Ele diz que talvez um dia decida o contrário.

27 julho 2009

falta um bocadinho assim

Tenho-me como uma pessoa muito tolerante, mas ter muita paciência não significa ter paciência eternamente. Tolerar e esperar que a coisa passe e contar até dez, já não é eficaz e contar até vinte faz-me parecer uma tonta.

26 julho 2009

reprogramar



Ficar uns dias sem internet trouxe um pouco de vida para estes lados. Deixei de trabalhar à noite, de perder tempo a ver emails que mudariam a minha vida e a esquecer este mundo virtual.

Apanhei embalagem e saí de casa, quinta feira vi e ouvi Moonspell, na sexta Blasted Mechanism e sábado Rita Redshoes (assim sem sal, gostei dos sapatos e pouco mais) e Jorge Palma (já o vi e ouvi tantas vezes bêbado que desta vez desisti a meio) .

ovelha negra

fui ao concerto dos Moonspell vestida de rosa choque e verde alface.

17 julho 2009

cantar-ME



Esta é o original, mas teria colocado aqui, se tivesse encontrado, a versão da Maria João e Mario Laginha - Undercover, que de vezes em quando canta e toca cá em casa.
Quando MATAR é melhor do que VIVER



Matar saudades é melhor do que viver na saudade.

09 julho 2009

gozar com "esta" merda antes que a dita goze comigo

No final do mês vamos dar uma festa cá em casa (vamos, em vez de vou, só porque eu tenho a mania que valho por muitas).
Vamos comemorar aos adeus e ao vazio. Vamos encher a casa de gente boa e conversas com sentido.
Vai ser uma espécie de festa temática só que ao contrário: estará expressamente proibida a entrada de stilletos, loiras falsas e música do Tony, não que eu seja muito esquisita, mas é só para fazer uma selecçãozita no pessoal.

Cara de Solha e Solha na cara

Lá para Outubro volto à cabeleireira. Será a sua (dela) última oportunidade.
Vou levar comigo uma Solha. Entro e digo que quero cortar SÓ AS PONTINHAS AO CABELO, tipo 1 0u 2 cm para que ele continue a crescer saudável. Isto foi exactamente o que disse hoje e o que digo sempre que lá vou. E nada.
Assim, da próxima vez mostro-lhe a bela da Solha que comprarei para o efeito. Ameaçá-la. Dizer-lhe que olhe bem para aquela coisa feia, com ar deslavado e triste, pois é assim que fico, e me sinto cada vez que ela me corta o cabelo. Simplesmente com cara de Solha. Ora parece-me justo que, se ela voltar a repetir a proeza de não saber a diferença entre 2cm e 1+2+3+4cm (até dar descanso à tesoura), muito justamente, eu lhe dê com a Solha na cara.

07 julho 2009

girl thought

Ele há coisas que é mais para sentir do que para compreender. Lá sentido tenho eu.

05 julho 2009

girl things

Ninguém no seu perfeito juízo vai para o shopping ao domingo. Eu fui, eu, e umas valentes centenas de desajuizados como eu. Decidi que tinha que ser feita hoje, a troca de uns calções/pijama que comprei há dias atrás. Tinham que ser trocados, eram sexys até perder de vista (achava eu), cor-de-rosinha-cueca-calção. Depois de, já em casa, os experimentar, achei impraticável dormir com aquilo, arriscava-me a ter uma trombose numa nádega durante a noite, de tão apertadinhos e atrofiantes que eram. Trouxe uns parecidos com os que o meu irmão usava aos 14 anos, cor-cinza-ceroula. Esta coisa da roupinha sexy para dormir parece-me absolutamente inútil. Digo eu.

02 julho 2009

por falar em vizinhos

"Todos" temos histórias de vizinhos barulhentos ou com hábitos mais ou menos estranhos. Hoje apeteceu-me falar dos meus. São de hábitos estranhos, sim, um tanto barulhentos e o melhor disto, É QUE NÃO ME INCOMODAM RIGOROSAMENTE NADA.

O mais estranho é o de cima, acho que é escultor (pelo menos tenta) lá por volta da 11 da noite começa o som de pequenas pancadas, que deduzo serem em madeira, o curioso é ser no local imediatamente por cima do meu quarto de banho, estará ele a construir uma sanita ultra ergonómica ou a esculpir o próprio corpo nu em frente ao espelho. E depois, ao fim de semana aspira a casa lá para as 2 ou 3 da manhã. A única coisa que realmente me incomoda é que nunca diz bom dia ou boa tarde, bem, se calhar é só surdo.

Do meu lado direito tenho uma família de 4 e o único que oiço é o pequeno João, a gritar quando chega a casa, provavelmente eufórico para contar as aventuras do dia.
E do meu lado esquerdo o tal do vizinho novo, até à data sem grandes registos sonoros, a não ser o facto de ouvir música aos berros à hora de almoço (raro é eu vir almoçar a casa, mas no fim de semana é certinho).
Pacífico portanto.

pão fresco

Hoje conheci, num olhar mais atento, o meu novo vizinho, o tal do carro xpto e da mota xptz, que estão impecavelmente estacionados na garagem em frente ao meu.
Estava eu a sair para comprar pão fresco para o meu lanche ajantarado, eu a sair e a fantástica criatura a entrar.
Tem olhos pretos e pele morena (20 valores)- ui perdia-me por ali. Pareceu-me demasiado arrumadinho (menos 5 valores) - acho piada aos desalinhados com arrumação.
Abri a porta numa manobra declaradamente de saída e segurei ligeiramente a porta para que não se fechasse à sua passagem, ele trocou a volta ao gesto e colocou-se à minha frente a segurar a porta, fiquei sem forma de continuar percurso e aguardei a conclusão da manobra. Acabou por largar a porta e dizer "boa tarde, obrigado e desculpe", quase ao mesmo tempo e eu pude sair. ainda a tempo de ver um sorriso brutal (mais 10 valores), tipo Puro Lusitano que se escolhe pelos dentes e porte.
Meu caro vizinho, vá o acaso repetir a cena e olhe, esqueço o pão fresco e arrasto-o para a porta ao lado, a de condomínio, para termos uma pequena reunião sobre simulacros e fugas de emergência.

29 junho 2009

o último episódio de "dr. besta"

Aguardo o último episódio do Dr. House, daqui a pouco. Acho que vou gostar do fim. Gostei mais destes últimos episódios, onde aparece mais humano e menos besta. A bestialidade não é algo que me impressione por aí além no ser Homem. Sim, é só um personagem, dir-me-ão. Mesmo assim, digo eu.

Made by me

* Pão com chouriço, tabuleiro nº3, quase no fim. 27.06.2009



Os convites multiplicam-se em "tainadas" onde cada um deverá contribuir com alguma coisa, em géneros de preferência (comestíveis).
Toda a gente conhece a minha falta de aptidão para as artes culinárias (mais falta de vondade e má publicidade, que outra coisa - não vá alguém habituar-se, mal), normalmente pergunto o que falta na lista e, uma visita ao hiper mais próximo resolve muito bem a questão.
Bem ou mal habituados, desta vez o convite vinha minado com um, "não tragas nada, mas vem cedo, precisamos de ti aqui cedinho". Pareceu-me pacífico.
Percebi que "algo" me esperava, quando ainda no percurso me ligavam a perguntar se demorava muito (estes convites não têem hora de chegada nem de partida), comecei a estranhar.
Afinal, a minha missão era para fazer pão com chouriço.
E fiz.
Não tem uma grande explicação o facto de me estar reservada esta tarefa. O meu avô paterno foi padeiro na sua juventude, mas nenhum dos meus amigos sabe disso, não será bem por aí, os motivos são outros. Seja como for o meu contributo correu bem e o resultado soube melhor ainda.


*Aquilo é mais chouriço com pão (não me fossem chamar de forreta ou somítica).

24 junho 2009

S. João

Fogo de artifício visto do lado de Gaia.
Ponte D. Luís

A mesma ponte, agora do lado do Porto.
Atravessar a ponte (tabuleiro inferior) nesta altura, é uma espécie de teste ao equilíbrio, ou à estabilidade estomacal, ou a ataques de pânico.
O único problema com o estado de 100% lucidez e na posse de todas as faculdades e sentidos
é que, nesta altura, no meio da multidão sou normalmente impulsionada contra as costas de toda e qualquer criatura (e isto, se forem no mesmo sentido). Como não sou um ser muito alto e espadaúdo, normalmente, com um empurãozito aterro com o meu nariz bem no meio de um qualquer costado, e se há costas mal cheirosas, digo com todo este conhecimento de causa, se apanhar sovacos, cabelos e rostos fedorentos é um mimo.
Foram corridas todas as "capelinhas", deste a Casa da Música, ao Caias de Gaia, à Ribeira e por fim Miragaia. Não sei se foi a noite mais longa do ano, mas a mais caminhada, foi na certa.




17 junho 2009

equidistante

ou como um tolo a meio da ponte.