O que nos acontece de realmente muito mau, não nos torna pessoas melhores. Decididamente não.
05 Novembro 2009
03 Novembro 2009
28 Outubro 2009
chá de cidreira
O big boss liga-me a meio da tarde para me passar um chá. Se lhe desse um nome, seria chá de cidreira - não gosto nada, mas até é capaz de me fazer bem.
22 Outubro 2009
O que digo pode ser mentira, mas o que faço é penosamente real.
Ontem saí de casa sem carteira de documentos, logo, sem cartões de crédito ou débito, nem qualquer espécie semelhante a forma de pagamento. Não achei preocupante, ia trabalhar e não às compras. Não dava para voltar atrás e tinha uns trocos na carteira para um café ou coisa do género.
A tarde corria como programada. Depois de uma reunião mais prolongada e aborrecida do que o esperado, saio para a rua em plena Júlio Dinis, chovia copiosamente e sem guarda chuva, abrigo-me encostada ao prédio. Sou abordada por uma mulher que me pede dinheiro para comer uma sopa; quem me conhece sabe que dou quase sempre, questiono para que é, como se isso me desse a certeza de que é mesmo para uma boa causa, faz-me sentir parva, porque afinal, nada daquilo me parece credível e dou dinheiro como se não tivesse mais nada onde o gastar ou me pesasse nos bolsos.
Abro a pequena carteira de moedas e a primeira que apanho é uma de dois euros, é-me literalmente tirada da mão pela mulher que agradece pedindo mais um euro para que possa comer mais que uma sopa.... neste momento fico a olhar para a moeda de dois euros na mão dela e com a certeza, que ali e agora, era eu quem ia precisar de pedir dinheiro... fiz um gesto com a mão de que me vou embora e desejo boa sorte... ainda a ouvi pedir mais, e qualquer coisa como ...um frango com batatas fritas...
Quase que desato a correr, com a visão dos dois euros na mão dela, isto porque me lembrei-me de que estava apenas com a carteira de moedas sem saber ao certo quanto lá estava (não seria muito com certeza) e o meu carro estava no novo parque subterrâneo da rua onde me encontrava. Tentei calcular o quanto me custaria a hora e meia, mais coisa menos coisa que ali esteve estacionado, e se eu não tivesse dinheiro suficiente? Será que tinha que pedir na rua para sair dali ou ia pedir os dois euros de volta emprestados? Senti-me parva.
O parque custou-me 1,80 euros. Fiquei com 12 cêntimos na carteira. Menos mal, não tomei café mas espero que alguém tenha comido a sopinha toda.
Honestamente, já me estava a imaginar a pedir dinheiro ao guarda do parque para poder sair dali. E provavelmente cheia de vergonha e com uma história pouco credível.
Hoje, à porta do supermercado estavam a fazer um peditório para qualquer coisa, pensei - não, não, não... passei sem me pedirem nada. Sorri. Repararam e retribuiram.
20 Outubro 2009
coisa alguma e não, coisa nenhuma.
A tristeza sempre me provocou emudecimento.
Já o silêncio, não me provoca, necessariamente, tristeza alguma.
19 Outubro 2009
dia
Hoje custou-me acordar, custou-me levantar.
Não me recordo de uma manhã assim. Senti frio. Não me apetecia de todo sair para lado nenhum.
Repito o mesmo ritual de sempre. Sempre a mesma chávena de café. Sentada em frente à mesma janela.
Não me ajudou nada imaginar que dentro em breve vou ter vizinhos no prédio novo em frente. Nunca tive vizinhos com janelas para as minhas. E logo eu, que não fecho uma única pressiana em altura nenhuma em hora alguma.
Antes de entrar no duche olho-me ao espelho e o meu rosto parecia acordado há três dias - o que é uma perfeita mentira, o fim de semana foi de uma tranquilidade programada como não tinha há muito.
Demorei mais tempo que o normal debaixo de água. Demorei demasiado tempo a enfiar-me numa roupa que me aconchegasse. E o tempo dizia-me que já estava atrasada para o primeiro compromisso da manhã.
Foi começar a trabalhar e também não me recordo de um dia de trabalho ter corrido tão bem.
12 Outubro 2009
Fiambre da perna extra
Este também cá canta.
Diferente mas muito do meu agrado.
(17 de Outubro, 23:30h, no Tertúlia Castelense - na Maia)
Muito bom
Grande estreia, hoje, no meu leitor de cd.
(Dia 24 de Outubro, 21:30h, no Teatro Municipal de Estarreja)
30 Setembro 2009
da violentíssima sensibilidade
- arranjei namorada
- ai sim! (a-r-r-a-n-j-e-i !!!! tipo arranjei um par de almofadas nos saldos!!!)
- e tu?
- eu não. (mas faço origami nos tempos livres).
em frente, que atrás vem gente
Para ver
Para dar
Para estar
Para ter
Para ir
Pra ouvir
Pra sorrir e entrar
Para rir
Pra voltar
A tentar
Pra sentir
E mudar
Pra voltar a cair
Para me levantar
Para nunca mais tentar
Mentir
Pra crescer
Para amar
Para ser
O lugar
Pra viver
E gostar
De gostar
De viver
Pra fugir
Pra mostrar
Pra dizer
Pra ter paz
Pra dormir
Pra fingir acordar
Para ser
Derramar
Para nunca mais tentar
Mentir
Para Nunca Mais Mentir - Ornatos Violeta
amar e engomar
Nestas conversas banais sobre direitos iguais entre homens e mulheres, gosto sempre de sublinhar as vontades iguais.
Vontades sem prejuizo.
Vontades apenas.
Ainda é dificíl fazer entender, a esses seres que se dizem "homens muito à frente", no exacto momento em que exemplifico a questão das vontades iguais, e nos demonstram que afinal estão é muito lá atrás.
Perguntava eu:
Se no final do dia de trabalho eu for para uma esplanada com umas amigas beber umas cervejolas e comer uns tremoços, isso é o quê?
Excesso de testosterona?
Se eu me recusar a passar cuecas e camisas que não as minhas, isso é o quê?
Uma má mulher?
Fim de conversa:
Da próxima vez que estiverem com a mãezinha, beijem-na, abracem-na. Agradeçam. E digam que já não se fazem mulheres como antigamente.
da escrita
Escrevemos como se fosse ou escrevemos como se é.
Escrevemos palavras que até parecem dizer coisas.
Silêncio.
da dita
Desse desacerto continuado entre as palavras que se dizem e aquelas que se está à espera.
Dessa percepção condicionada pelo que queremos e desejamos.
O que se diz não é necessáriamente o que se ouve.
O que se quer dizer não é necessáriamente o que se diz.
Silêncio.
24 Setembro 2009
24 setembro
Fiquei com uma leve impressão de que, deveria ter dito adeus*, em vez de Parabéns. Estranho. Vou tentar não me enganar novamente, sim.
E já agora, Muitos Parabéns
e adeus, sim.
* a pedido. prometo.
23 Setembro 2009
Hoje como quem diz, dia 9 ou 10
Já não há bilhetes para o concerto Amália Hoje dia 9 no Coliseu do Porto. Impressionante. Ele foi um desenrolar de críticas como se não houvesse amanhã para os Hoje. Vejo duas hipóteses, ou afinal falaram mal mas gostaram muito e até vão ao concerto mas disfarçados ou, vão para depois poderem falar mal. E os que gostavam mesmo de ver e ouvir ficam de fora. Obrigada, sim!
Bem, já tenho a informação que preciso para um outro em Vila do Conde no Teatro Municipal, dia 10. Os bilhetes ainda nem sequer estão à venda, o que dá alguma esperança.
11 Setembro 2009
VOU-ME POR AO FRESCO, QUE AINDA É VERÃO.
A 5 min. de terminar o meu trabalho por hoje (para dizer a verdade, de sair do trabalho, porque a final estou a escrever no blog, logo não estou a trabalhar), excepcionalmente mais cedo, só porque esta semana me custou bastante.
09 Setembro 2009
vampirizar
Ontem, com o apresentador Alvim, um dos convidados era o Prof. Alexandrino (o do firme e hirto), sim, aquele que é uma espécie de bruxo. Aquela loucura aparente e ridicularia descarada parece-me um perfeito disfarce à consciência e gozo do estar na vida.
" acreditar nos outros é dar-lhes um espaço lúdico... quanto mais se acredita, maior o espaço, maior pode ser o abuso.."
"nos países onde o povo é mais crente, são consequentemente os países onde o povo é mais pobre"
"acreditar sem concretizar não traz resultados"
08 Setembro 2009
crer para ter. ter para ver. ver para acreditar
Dizem que, se acreditarmos muito, se quisermos muito, as coisas acontecem, ou serão nossas.
Dizem.
Experimenta tu. Que eu sou ateia.
pica? se não lhe souberes tocar.
Sabes que os cactos também morrem?
Morrem.
Precisam de pouco.
Poucochinho.
Mas precisam.
Precisam mesmo.
06 Setembro 2009
do pecado
Até onde podemos ir?
Vai onde te apetece, leva só o que te pertence.
O que é egoísmo?
Roubar* sem querer**.
*Privar os outros de .
**Pelo jogo .
03 Setembro 2009
Férias: pequenas descobertas
Ouvi isto todos os dias durante a última semana de férias. Soa-me a uma mistura de Gaiteiros de Miranda com Blasted Mechanism. Naquele bar onde a concentração de gente é tão grande lá dentro como lá fora, que serve de ponto de convergência e de encontro de todos aqueles que, como eu, se encontram fora mas que gostam de voltar. Sempre. Onde se actualizam conversas e se refrescam as vistas. Onde somos nós porque não podemos ser mais nada. E isso é tudo.
02 Setembro 2009
18 Agosto 2009
13 Agosto 2009
Da música que me dou
Era muita a vontade de assistir a este primeiro concerto do projecto Amália Hoje. Fui embaladíssima.
O concerto merecia outro ambiente. Foi bom. É concerto para se ouvir numa boa sala de espetáculo. As vozes estavam lá, e a presença de quem cantava era apetecível (confesso, estive a maior parte do tempo a olhar para o Fernando, à espera que abrisse os braços, soltasse o cabelo e transformasse a música da Formiga, noutra coisa qualquer mais selvagem).
Soube a pouco. Muito pouco. A noite estava excelente. Se, em Outubro não os tiver enjoado, sou menina para os ver no Coliseu do Porto.
10 Agosto 2009
Vamos
05 Agosto 2009
semi
O semi-deus diz que sou impaciente.
O semi-deus diz que tenho pressa de ver as coisas acontecer.
O semi-deus diz-me para esperar.
O semi-deus decide que ainda não é altura de eu ser feliz.
Ele diz que talvez um dia decida o contrário.
28 Julho 2009
27 Julho 2009
falta um bocadinho assim
Tenho-me como uma pessoa muito tolerante, mas ter muita paciência não significa ter paciência eternamente. Tolerar e esperar que a coisa passe e contar até dez, já não é eficaz e contar até vinte faz-me parecer uma tonta.
26 Julho 2009
reprogramar
17 Julho 2009
cantar-ME
Esta é o original, mas teria colocado aqui, se tivesse encontrado, a versão da Maria João e Mario Laginha - Undercover, que de vezes em quando canta e toca cá em casa.
09 Julho 2009
gozar com "esta" merda antes que a dita goze comigo
No final do mês vamos dar uma festa cá em casa (vamos, em vez de vou, só porque eu tenho a mania que valho por muitas).
Vamos comemorar aos adeus e ao vazio. Vamos encher a casa de gente boa e conversas com sentido.
Vai ser uma espécie de festa temática só que ao contrário: estará expressamente proibida a entrada de stilletos, loiras falsas e música do Tony, não que eu seja muito esquisita, mas é só para fazer uma selecçãozita no pessoal.
Cara de Solha e Solha na cara
Lá para Outubro volto à cabeleireira. Será a sua (dela) última oportunidade.
Vou levar comigo uma Solha. Entro e digo que quero cortar SÓ AS PONTINHAS AO CABELO, tipo 1 0u 2 cm para que ele continue a crescer saudável. Isto foi exactamente o que disse hoje e o que digo sempre que lá vou. E nada.
Assim, da próxima vez mostro-lhe a bela da Solha que comprarei para o efeito. Ameaçá-la. Dizer-lhe que olhe bem para aquela coisa feia, com ar deslavado e triste, pois é assim que fico, e me sinto cada vez que ela me corta o cabelo. Simplesmente com cara de Solha. Ora parece-me justo que, se ela voltar a repetir a proeza de não saber a diferença entre 2cm e 1+2+3+4cm (até dar descanso à tesoura), muito justamente, eu lhe dê com a Solha na cara.
07 Julho 2009
05 Julho 2009
girl things
Ninguém no seu perfeito juízo vai para o shopping ao domingo. Eu fui, eu, e umas valentes centenas de desajuizados como eu. Decidi que tinha que ser feita hoje, a troca de uns calções/pijama que comprei há dias atrás. Tinham que ser trocados, eram sexys até perder de vista (achava eu), cor-de-rosinha-cueca-calção. Depois de, já em casa, os experimentar, achei impraticável dormir com aquilo, arriscava-me a ter uma trombose numa nádega durante a noite, de tão apertadinhos e atrofiantes que eram. Trouxe uns parecidos com os que o meu irmão usava aos 14 anos, cor-cinza-ceroula. Esta coisa da roupinha sexy para dormir parece-me absolutamente inútil. Digo eu.
02 Julho 2009
por falar em vizinhos
"Todos" temos histórias de vizinhos barulhentos ou com hábitos mais ou menos estranhos. Hoje apeteceu-me falar dos meus. São de hábitos estranhos, sim, um tanto barulhentos e o melhor disto, É QUE NÃO ME INCOMODAM RIGOROSAMENTE NADA.
O mais estranho é o de cima, acho que é escultor (pelo menos tenta) lá por volta da 11 da noite começa o som de pequenas pancadas, que deduzo serem em madeira, o curioso é ser no local imediatamente por cima do meu quarto de banho, estará ele a construir uma sanita ultra ergonómica ou a esculpir o próprio corpo nu em frente ao espelho. E depois, ao fim de semana aspira a casa lá para as 2 ou 3 da manhã. A única coisa que realmente me incomoda é que nunca diz bom dia ou boa tarde, bem, se calhar é só surdo.
Do meu lado direito tenho uma família de 4 e o único que oiço é o pequeno João, a gritar quando chega a casa, provavelmente eufórico para contar as aventuras do dia.
E do meu lado esquerdo o tal do vizinho novo, até à data sem grandes registos sonoros, a não ser o facto de ouvir música aos berros à hora de almoço (raro é eu vir almoçar a casa, mas no fim de semana é certinho).
Pacífico portanto.
pão fresco
Hoje conheci, num olhar mais atento, o meu novo vizinho, o tal do carro xpto e da mota xptz, que estão impecavelmente estacionados na garagem em frente ao meu.
Estava eu a sair para comprar pão fresco para o meu lanche ajantarado, eu a sair e a fantástica criatura a entrar.
Tem olhos pretos e pele morena (20 valores)- ui perdia-me por ali. Pareceu-me demasiado arrumadinho (menos 5 valores) - acho piada aos desalinhados com arrumação.
Abri a porta numa manobra declaradamente de saída e segurei ligeiramente a porta para que não se fechasse à sua passagem, ele trocou a volta ao gesto e colocou-se à minha frente a segurar a porta, fiquei sem forma de continuar percurso e aguardei a conclusão da manobra. Acabou por largar a porta e dizer "boa tarde, obrigado e desculpe", quase ao mesmo tempo e eu pude sair. ainda a tempo de ver um sorriso brutal (mais 10 valores), tipo Puro Lusitano que se escolhe pelos dentes e porte.
Meu caro vizinho, vá o acaso repetir a cena e olhe, esqueço o pão fresco e arrasto-o para a porta ao lado, a de condomínio, para termos uma pequena reunião sobre simulacros e fugas de emergência.
29 Junho 2009
o último episódio de "dr. besta"
Aguardo o último episódio do Dr. House, daqui a pouco. Acho que vou gostar do fim. Gostei mais destes últimos episódios, onde aparece mais humano e menos besta. A bestialidade não é algo que me impressione por aí além no ser Homem. Sim, é só um personagem, dir-me-ão. Mesmo assim, digo eu.
Made by me
* Pão com chouriço, tabuleiro nº3, quase no fim. 27.06.2009
*Aquilo é mais chouriço com pão (não me fossem chamar de forreta ou somítica).
24 Junho 2009
S. João
Fogo de artifício visto do lado de Gaia.
Ponte D. Luís
é que, nesta altura, no meio da multidão sou normalmente impulsionada contra as costas de toda e qualquer criatura (e isto, se forem no mesmo sentido). Como não sou um ser muito alto e espadaúdo, normalmente, com um empurãozito aterro com o meu nariz bem no meio de um qualquer costado, e se há costas mal cheirosas, digo com todo este conhecimento de causa, se apanhar sovacos, cabelos e rostos fedorentos é um mimo.
17 Junho 2009
04 Junho 2009
Estou para aqui a ultimar o plano do meu momento Snickers. Para o resto do mundo seria o momento de pausa kitkat. Mas eu prefiro Snickers (caramba, eu gosto mesmo de Snickers).
E os dias que se seguem são momentos Snickers.
01 Junho 2009
31 Maio 2009
Serralves em Festa
Monstre Moi - Balleteatro - Escola Profissional
(não ia com pressa e fiquei para ver. gostei)
Tarina - um duo poético e sensual resultante de um encontro amoroso.
Acabei por ver duas vezes, irresistível.
Devo confessar que, em relação à música, de tudo o que me foi possível ouvir, com calma e sem saltar muito de uns espaços para os outros, ficou sem registos fotográficos, tal foi o encanto. Um deles foi Vresion 3.5 Noiserv (cantou no campo de ténis), um rapaz com os seus vinte e poucos anos, cantou e tocou como gente muito grande.
28 Maio 2009
o dia seguinte
Preparo o dia de trabalho. Amanhã estarei na Figueira da Foz para formação. Ao contrário das idas a Lisboa, a ida à Figueira da Foz é encarada como algo bastante prazeiroso. Nem sei concretamente o porquê, afinal é trabalho na mesma. Mas traz-me à memória histórias do meu pai, a minha meninice e outros "carnavais". Dizem que vai estar um dia quente, claro e calmo, e curiosamente é assim que me soa o último dia de trabalho da semana. Não fosse por mais nada, senão pelo facto de ter outros planos para o fim-de-semana, e ficava-me por lá. Assim como quem não quer a coisa, mas até fica.
27 Maio 2009
26 Maio 2009
24 Maio 2009
20 Maio 2009
nós, laços e outras pantominas
NÓS, essa entidade volátil, esse ectoplasma que tinha imaginado ser real.
15 Maio 2009
14 Maio 2009
Do meu réveillon
Hoje é dia de passagem de ano.
Hoje é dia de um ano novo.
Começo a contagem decrescente às 17:29h. Um minuto, depois recomeço.
Já comprei as 12 passas e o champanhe.
06 Maio 2009
04 Maio 2009
do jogo
-Vamos jogar ao lembras-te. Quem se lembrar mais, perde*
- E o que ganho?
- Escolhe
- Liberdade
- Humm, eu quero-te a ti
-Humm, e se perderes?
- Trocamos de prémio, tu ficas contigo, e eu com a liberdade.
* (Frase que me ficou na memória, da autoria do MEC)
30 Abril 2009
ecoponto
Não importará muito o que fazem connosco. Mas o que fazemos com aquilo que nos fazem.
Não importará muito aquilo que nos dizem. Mas onde guardamos aquilo que nos dizem.
28 Abril 2009
E se um dia lhe oferecerem flores? Isso é?
(Eu até lhe desculpo o bilhete, não desculpo é o ter colocado bonita entre aspas)
Acho alguma piada a estes bilhetes, colocados estrategicamente no pára-brisas, não me levam propriamente a lado nenhum, mas acho-lhes piada.
Este fez-me rir, pelo pormenor "bonita" entre aspas, talvez quisesse dizer: muito qualquer coisa, mas o melhor, é escrever mesmo, bonita.
O melhor de todos, (e já lá vão dois anos) foi deixado num talão do euromilhões e dizia: Se tiver prémio leva-me contigo numa volta ao mundo.
Não tinha. Ninguém foi a lado nenhum.
27 Abril 2009
26 Abril 2009
Palavras roubadas
COPOS
enchi um copo
a transbordar
cheio de ar
se alguém notar
e for de apetecer
sirva-se, é beber
tenho mais
gosto disto,
de dar
by, Pedro
Porque há palavras dos outros que nos apetece tornar nossas.
22 Abril 2009
20 Abril 2009
Moral da história
Contei a história do "Pedro e o Lobo" ao meu irmão.
Que puto parvo esse Pedro, diz-me ele.
Contei a história da "Formiga e a Cigarra" à Ivone.
As formigas têm um sabor doce, como-as ao pequeno almoço com queijo, diz-me ela.
14 Abril 2009
made in Trás-os-Montes
Ofereceram-me duas belas facas de cozinha Palaçoulo. Qualidade capaz de esventrar um porco.
















